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Por el mundo

PESQUISA SOBRE SEXUALIDADE ONLINE

Foi lançado o 3º survey global EROTICS. A pesquisa visa ativistas dos direitos sexuais e tem o objetivo de traçar as últimas tendências relativas à oportunidade e prazer em expressar a sexualidade online. Clique aqui para acessar a pesquisa.

Em particular, a pesquisa quer atingir os ativistas dos direitos sexuais menos visíveis em edições passadas do survey, como migrantes, refugiados/as, jovens, idosos/as, pessoas com deficiência e pessoas que enfrentam discriminações adicionais baseadas em raça, casta ou religião.

Sua participação ajudará a Associação para o Progresso das Comunicações (APC) a dar sentido às últimas tendências relativas à oportunidade e considerações em expressar a sexualidade nas redes.

Você pode:

1. Fazer o survey respondendo o questionário.

2. Passar a pesquisa para indivíduos e organizações que trabalham com questões sobre direitos sexuais.

(Você pode utilizar este texto e a imagem abaixo)

3. Promover a pesquisa no seu blog ou site da sua organização

4. Circular a pesquisa através de suas redes sociais usando a hashtag #eroticsurvey

A pesquisa está em inglês e espanhol, e seria realizada até 17 de agosto. Levará 25 minutos do seu tempo contribuir para uma melhor compreensão dos desafios atuais da rápida mudança no desenvolvimento da internet.

A primeira pesquisa foi lançada em 2013 e a segunda pesquisa em 2014 (Http://bit.ly/1DZ2RNr). Elas aprofundaram o entendimento sobre como os ativistas dos direitos sexuais usam a internet para avançar na sua causa e os desafios enfrentados pela comunidade LGBTQI ao expressar sua sexualidade na rede.

Este conhecimento é crucial para auxiliar a elaboração de estratégias para um trabalho de apoio da APC e da rede EROTICS, uma rede global de mais de 50 ativistas, acadêmicas/os e organizações que trabalham em questões sobre a sexualidade. Os resultados da pesquisa de 2013 e da pesquisa de 2014 incidiram, entre outros, na inclusão da orientação sexual e identidade de gênero no informe do Relator Especial da ONU sobre liberdade de opinião e o relatório de maio de 2015 da expressão sobre criptografia, anonimato e o quadro de direitos humanos em comunicações digitais (http://bit.ly/1J4MyDk). Os resultados também informaram a primeira resolução da ONU sobre a defesa dos direitos humanos das mulheres em novembro de 2013 (http://bit.ly/1kLtgEv), com um parágrafo sobre violência online contra ativistas de direitos sexuais.

Participe, clicando aqui.

Publicada em: 19/07/2017



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