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Defensores públicos pedem ao STF que mulheres com zika possam abortar

BRASÍLIA – A Associação Nacional dos Defensores Públicos (Anadep) anunciou que apresentou nesta quarta-feira uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para garantir que mulheres grávidas infectadas pelo vírus zika possam recorrer ao aborto. Hoje, a interrupção da gestação só é permitida quando há estupro, em gestações que ponham a mãe em risco ou em casos anencefalia, quando o feto não tem cérebro.

O aborto em anencefalia só passou a ser permitido em 2012, quando o STF julgou uma ação liberando as mulheres com fetos nessa situação a recorrer à medida. A Anadep e a a organização não-governamental Anis – que a auxilia na ação – querem agora ampliar a lista de casos em que a interrupção da gravidez é possível. As duas entidades argumentam que as gestantes com zika estão em situação de sofrimento psíquico.

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Publicada em: 29/08/2016

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