{"id":1300,"date":"2011-04-06T00:00:00","date_gmt":"2011-04-06T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/clam.fw2web.com.br\/es\/2011\/04\/06\/la-utopia-es-posible\/"},"modified":"2011-04-06T00:00:00","modified_gmt":"2011-04-06T03:00:00","slug":"la-utopia-es-posible","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/clam.org.br\/es\/entrevistas\/la-utopia-es-posible\/1300\/","title":{"rendered":"\u00abLa utop\u00eda es posible\u00bb"},"content":{"rendered":"<p><P align=right><I>*Por Aline Baima<\/I><\/P> <P>Em entrevista concedida durante o Encontro Nacional da Articula\u00e7\u00e3o de Mulheres Brasileiras, L\u00edlian Celiberti, da Articula\u00e7\u00e3o Feminista Marcosur, fala sobre as lutas feministas na Am\u00e9rica Latina, a crise gerada pelo modelo de desenvolvimento predat\u00f3rio e os caminhos do feminismo na atualidade.<BR>  <P><B>Poderia&nbsp;falar um pouco sobre a atual conjuntura da luta feminista na Am\u00e9rica Latina?<\/B>  <P>\u00c9 um momento desafiante e contradit\u00f3rio. As feministas, os movimentos formam parte de um campo mais amplo que coloca a luta popular como pauta da agenda p\u00fablica. E hoje temos governos que t\u00eam como premissa o combate \u00e0 desigualdade. Governos de esquerda que s\u00e3o parte do campo popular, mas que nem sempre assumem as quest\u00f5es que s\u00e3o defendidas pelo movimento feminista ou que, \u00e0s vezes, s\u00e3o resistentes com mudan\u00e7as que tocam a fundo quest\u00f5es como a divis\u00e3o sexual do trabalho, o etnocentrismo, a heteronormatividade. Vivemos em estados-na\u00e7\u00f5es que surgiram do colonialismo, que foram formados com um conceito de democracia que deixou de fora uma popula\u00e7\u00e3o imensa, colocada numa posi\u00e7\u00e3o de cidad\u00e3os e cidad\u00e3s de segunda categoria. Para n\u00f3s [feministas], \u00e9 um desafio muito grande, porque nosso pensamento feminista tem todas essas dimens\u00f5es, ent\u00e3o estamos sempre impulsionando por mais democratiza\u00e7\u00e3o, para que se toque os eixos do capitalismo, do patriarcado e do racismo. Por isso, a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 paradoxal. Estamos a favor, mas fazemos a cr\u00edtica, queremos mais. Essa vontade de querer mais \u00e9 substancial num mundo que cada vez mais se vive s\u00f3 o presente. Uma das maiores batalhas culturais que os movimentos sociais enfrentam \u00e9 essa cultura suicida. Do mundo do espet\u00e1culo televisionado, no qual o drama, a dor, o tsunami etc s\u00e3o tratados como espet\u00e1culos. Espet\u00e1culos que escondem as ra\u00edzes que os originam. Quando tocamos mais no fundo, n\u00e3o estamos sendo desconformes, estamos convocando as pessoas para viver outra vida, para construir par\u00e2metros de desenvolvimento diferentes, e&nbsp;pensar que a utopia \u00e9 tamb\u00e9m poss\u00edvel para n\u00f3s.<BR>  <P><B>Durante a plen\u00e1ria sobre as lutas da AMB, durante o Encontro Nacional da Articula\u00e7\u00e3o de Mulheres Brasileiras, voc\u00ea falou sobre a crise civilizat\u00f3ria, ambiental e aliment\u00edcia na qual vivemos. Quais s\u00e3o as ra\u00edzes dessa crise e o que fazermos diante dela?<\/B>  <P>Hoje precisamos falar que n\u00e3o estamos somente na crise do petr\u00f3leo, numa crise clim\u00e1tica, financeira \u2026 Todas essas crises tocam um ponto central de como o capitalismo, como sistema, gera, na incessante busca pela riqueza, um choque com os limites da natureza. E a natureza, de alguma forma, est\u00e1 estabelecendo os limites das formas de produ\u00e7\u00e3o que vulnerabilizam o habitat, o equil\u00edbrio entre o que se pode retirar da natureza e o que ela pode produzir. Temos uma crise da \u00e1gua, uma apropria\u00e7\u00e3o privada dos recursos aqu\u00e1ticos. Podemos pensar que&nbsp;os terremotos e os maremotos s\u00e3o todos problemas naturais. Ou podemos pensar que existe uma acelera\u00e7\u00e3o dessas emerg\u00eancias pela utiliza\u00e7\u00e3o predat\u00f3ria dos recursos naturais pelo capitalismo. Quando falamos de crise civilizat\u00f3ria, \u00e9 que essa mercantiliza\u00e7\u00e3o dos recursos naturais sup\u00f5e um modelo de civiliza\u00e7\u00e3o predat\u00f3rio, que pensa a natureza como um recurso do qual eu posso me apropriar, vender, com o qual eu posso gerar lucros. Em contraponto a esse modelo, h\u00e1 uma forma de pensar que a \u00e1gua e a terra s\u00e3o bens comuns da civiliza\u00e7\u00e3o e que n\u00e3o podem ser mercantilizados. Isso \u00e9 parte de uma agenda comum que surge na Am\u00e9rica Latina. Estamos transformando os pa\u00edses em grandes desertos verdes, substituindo a produ\u00e7\u00e3o diversificada de alimentos pela planta\u00e7\u00e3o de soja para vender para a China ou pela ra\u00e7\u00e3o de animais para vender para os Estados Unidos. H\u00e1 uma l\u00f3gica de insustentabilidade no modo de produ\u00e7\u00e3o capitalista.<BR>  <P><B>E diante disso, quais as alternativas?<\/B>  <P>Temos que mudar nossa forma de fazer pol\u00edtica. A luta pelo poder no sentido personalista, de alguns, \u00e9 contraproducente para sustentar a vida humana. E hoje temos juventudes que sentem um vazio frente \u00e0 pol\u00edtica, pois n\u00e3o se sentem convidados\/as a opinar, discutir. O caminho \u00e9 simultaneamente \u00e9tico e pol\u00edtico. O di\u00e1logo \u00e9 o caminho \u00e9tico, pois ele pressup\u00f5e o reconhecimento do outro. A pol\u00edtica tem que ser o caminho para que mais pessoas assumam a constru\u00e7\u00e3o de prioridades comuns.<BR>  <P><B>Voc\u00ea tamb\u00e9m falou a respeito de uma \u00e9tica do cuidado\u2026<\/B>  <P>Quando falo de uma \u00e9tica do cuidado, n\u00e3o se trata do cuidado no sentido da divis\u00e3o sexual do trabalho, mas de uma \u00e9tica que todos os seres humanos precisam ter uns com os outros e que essa n\u00e3o \u00e9 uma tarefa das mulheres, \u00e9 de todos. \u00c9 preciso colocar o cuidado como parte da identidade masculina. O cuidado como dimens\u00e3o humana, que coloca a vulnerabilidade de todos como seres humanos e que precisam uns dos outros. \u00c9 preciso desenvolver isso como fator cultural, o cuidado como responsabilidade humana. Pensar na cultura da solidariedade como parte da sociedade.<BR>  <P><B>Qual a import\u00e2ncia de espa\u00e7os como este, de articula\u00e7\u00e3o dos movimentos tanto nacional quanto internacionalmente?<\/B>  <P>As articula\u00e7\u00f5es s\u00e3o fundamentais. Tudo que falamos pressup\u00f5e lutas, pressup\u00f5e fortalecer nossa organiza\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m fortalecer nossas m\u00faltiplas rebeldias. Essas articula\u00e7\u00f5es s\u00e3o espa\u00e7os de constru\u00e7\u00e3o pol\u00edtica. Tamb\u00e9m s\u00e3o momentos de fortalecimento das subjetividades, das vontades, das energias. Necessitamos revitalizar nossas energias, necessitamos nos sentir parte neste mundo global que \u00e9 excludente.<BR>  <P><B>Quais s\u00e3o os caminhos apontados para o feminismo?<\/B>  <P>N\u00e3o creio que haja um caminho s\u00f3. Nossas lutas cotidianas dependem dos espa\u00e7os. Onde vivo, tenho uma luta no meu espa\u00e7o privado, no espa\u00e7o comunit\u00e1rio, no laboral e no pol\u00edtico. Se eu transformo meu cotidiano, se sou capaz de enfrentar a discrimina\u00e7\u00e3o quando vejo, se sou capaz de trazer as quest\u00f5es que pautamos, estou construindo uma subvers\u00e3o da cultura tradicional. Em cada momento, temos as nossas prioridades. Qual \u00e9 a nossa prioridade hoje? A luta pela legaliza\u00e7\u00e3o do aborto &#8211; que&nbsp;significa a luta pela autonomia do corpo das mulheres e pelo direito de decidir -, a luta contra o feminic\u00eddio, contra a viol\u00eancia sexual. Lutas n\u00e3o nos faltam. Os caminhos s\u00e3o prioridades que, segundo o lugar onde estamos, vamos organizando.<\/P> <P><I>* entrevista concedida a Aline Baima, publicada no site da Articula\u00e7\u00e3o de Mulheres Brasileiras &ndash; <A href=\"http:\/\/www.articulacaodemulheres.org.br\/\">http:\/\/www.articulacaodemulheres.org.br\/<\/A><\/I><\/P><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>En entrevista con el CLAM, L\u00edlian Celiberti, Articulaci\u00f3n Feminista Marcosur, habla sobre las luchas feministas en Am\u00e9rica Latina, la crisis generada por el modelo de desarrollo predatorio y los caminos del feminismo en la actualidad. <I>(Texto en portugu\u00e9s)<\/I><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"default","ast-global-header-display":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[8],"tags":[],"class_list":["post-1300","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-entrevistas"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.1.1 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>&quot;La utop\u00eda es posible&quot; - CLAM - ES<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/clam.org.br\/es\/entrevistas\/la-utopia-es-posible\/1300\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"es_ES\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"&quot;La utop\u00eda es posible&quot; - CLAM - ES\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"En entrevista con el CLAM, L\u00edlian Celiberti, Articulaci\u00f3n Feminista Marcosur, habla sobre las luchas feministas en Am\u00e9rica Latina, la crisis generada por el modelo de desarrollo predatorio y los caminos del feminismo en la actualidad. (Texto en portugu\u00e9s)\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/clam.org.br\/es\/entrevistas\/la-utopia-es-posible\/1300\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"CLAM - ES\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2011-04-06T03:00:00+00:00\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"fw2\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"fw2\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Tiempo de lectura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"6 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/clam.org.br\/es\/entrevistas\/la-utopia-es-posible\/1300\/\",\"url\":\"https:\/\/clam.org.br\/es\/entrevistas\/la-utopia-es-posible\/1300\/\",\"name\":\"\\\"La utop\u00eda es posible\\\" - CLAM - ES\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/clam.org.br\/es\/#website\"},\"datePublished\":\"2011-04-06T03:00:00+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\/\/clam.org.br\/es\/#\/schema\/person\/fbd9a86032bf7479f94b0ded196f1010\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/clam.org.br\/es\/entrevistas\/la-utopia-es-posible\/1300\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"es\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/clam.org.br\/es\/entrevistas\/la-utopia-es-posible\/1300\/\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/clam.org.br\/es\/entrevistas\/la-utopia-es-posible\/1300\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/clam.org.br\/es\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"\u00abLa utop\u00eda es posible\u00bb\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/clam.org.br\/es\/#website\",\"url\":\"https:\/\/clam.org.br\/es\/\",\"name\":\"CLAM - ES\",\"description\":\"S\u00f3 mais um site CLAM - Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos sites\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/clam.org.br\/es\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"es\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/clam.org.br\/es\/#\/schema\/person\/fbd9a86032bf7479f94b0ded196f1010\",\"name\":\"fw2\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"es\",\"@id\":\"https:\/\/clam.org.br\/es\/#\/schema\/person\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/c38472c0cdbde82d9b6fcc26adb3779d?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/c38472c0cdbde82d9b6fcc26adb3779d?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"fw2\"},\"sameAs\":[\"https:\/\/clam.fw2web.com.br\"],\"url\":\"https:\/\/clam.org.br\/es\/author\/fw2\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"\"La utop\u00eda es posible\" - CLAM - ES","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/clam.org.br\/es\/entrevistas\/la-utopia-es-posible\/1300\/","og_locale":"es_ES","og_type":"article","og_title":"\"La utop\u00eda es posible\" - CLAM - ES","og_description":"En entrevista con el CLAM, L\u00edlian Celiberti, Articulaci\u00f3n Feminista Marcosur, habla sobre las luchas feministas en Am\u00e9rica Latina, la crisis generada por el modelo de desarrollo predatorio y los caminos del feminismo en la actualidad. (Texto en portugu\u00e9s)","og_url":"https:\/\/clam.org.br\/es\/entrevistas\/la-utopia-es-posible\/1300\/","og_site_name":"CLAM - ES","article_published_time":"2011-04-06T03:00:00+00:00","author":"fw2","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"fw2","Tiempo de lectura":"6 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/clam.org.br\/es\/entrevistas\/la-utopia-es-posible\/1300\/","url":"https:\/\/clam.org.br\/es\/entrevistas\/la-utopia-es-posible\/1300\/","name":"\"La utop\u00eda es posible\" - CLAM - ES","isPartOf":{"@id":"https:\/\/clam.org.br\/es\/#website"},"datePublished":"2011-04-06T03:00:00+00:00","author":{"@id":"https:\/\/clam.org.br\/es\/#\/schema\/person\/fbd9a86032bf7479f94b0ded196f1010"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/clam.org.br\/es\/entrevistas\/la-utopia-es-posible\/1300\/#breadcrumb"},"inLanguage":"es","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/clam.org.br\/es\/entrevistas\/la-utopia-es-posible\/1300\/"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/clam.org.br\/es\/entrevistas\/la-utopia-es-posible\/1300\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/clam.org.br\/es\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"\u00abLa utop\u00eda es posible\u00bb"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/clam.org.br\/es\/#website","url":"https:\/\/clam.org.br\/es\/","name":"CLAM - ES","description":"S\u00f3 mais um site CLAM - Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos sites","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/clam.org.br\/es\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"es"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/clam.org.br\/es\/#\/schema\/person\/fbd9a86032bf7479f94b0ded196f1010","name":"fw2","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"es","@id":"https:\/\/clam.org.br\/es\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/c38472c0cdbde82d9b6fcc26adb3779d?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/c38472c0cdbde82d9b6fcc26adb3779d?s=96&d=mm&r=g","caption":"fw2"},"sameAs":["https:\/\/clam.fw2web.com.br"],"url":"https:\/\/clam.org.br\/es\/author\/fw2\/"}]}},"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/clam.org.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1300","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/clam.org.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/clam.org.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/clam.org.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/clam.org.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1300"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/clam.org.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1300\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/clam.org.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1300"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/clam.org.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1300"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/clam.org.br\/es\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1300"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}