{"id":1565,"date":"2007-03-06T00:00:00","date_gmt":"2007-03-06T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/clam.fw2web.com.br\/es\/2007\/03\/06\/un-nuevo-sujeto-de-derechos\/"},"modified":"2007-03-06T00:00:00","modified_gmt":"2007-03-06T03:00:00","slug":"un-nuevo-sujeto-de-derechos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/clam.org.br\/es\/articulos-y-resenas\/bioetica\/un-nuevo-sujeto-de-derechos\/1565\/","title":{"rendered":"Un nuevo sujeto de derechos?"},"content":{"rendered":"<p>&lsquo;Nascituro de&rsquo; \u00e9 a qualifica\u00e7\u00e3o que consta no lugar do nome na recente decis\u00e3o em agravo do Tribunal de Justi\u00e7a de S\u00e3o Paulo que reconheceu a a\u00e7\u00e3o ajuizada pelo feto. O objeto da a\u00e7\u00e3o \u00e9 a garantia de assist\u00eancia pr\u00e9-natal ao feto, cuja genitora est\u00e1 recolhida na Cadeia P\u00fablica Feminina de S\u00e3o Bernardo do Campo.<BR>  <P>&lsquo;Nascituro de&rsquo;, que \u00e9 uma expectativa de pessoa com expectativa de direitos, tornou-se o mais novo sujeito de direito [e vontade], com personalidade jur\u00eddica, capacidade processual e interesse de agir. O \u00fanico contratempo \u00e9 que &lsquo;Nascituro de&rsquo; n\u00e3o nasceu, n\u00e3o tem nome, registro de nascimento, vida privada ou biografia.<BR>  <P>Contudo, ser uma expectativa no Brasil vale mais que ser mulher, especialmente se estiver dentro do sistema prisional. Essa \u00e9 a conclus\u00e3o que se pode tirar deste caso. Quando o defensor p\u00fablico opta por ajuizar uma a\u00e7\u00e3o em nome do feto e n\u00e3o da gestante, ele acaba por evidenciar a triste e silenciosa realidade: o fato de que alguns seres humanos valem mais do que outros, mesmo que esses outros n\u00e3o tenham, ainda, nem nascido.<BR>  <P>Talvez, se Sartre estivesse vivo poderia fazer uso desse caso em algum ponto da sua ontologia fenomenol\u00f3gica. Afinal, \u00e9 uma situa\u00e7\u00e3o concreta em que o &lsquo;ser&rsquo;, que \u00e9 aquele que existe no mundo das rela\u00e7\u00f5es humanas, \u00e9 preterido pelo &lsquo;nada&rsquo; e o &lsquo;nada&rsquo;, que \u00e9 o que &lsquo;n\u00e3o \u00e9&rsquo;, \u00e9 o fen\u00f4meno mais poderoso, para n\u00e3o dizer mais respeitado.<BR>  <P>Essa a\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de trazer \u00e0 tona importantes discuss\u00f5es morais, cont\u00e9m equ\u00edvocos t\u00e9cnico-jur\u00eddicos que merecem ser observados. O primeiro deles \u00e9 ignorar os dispositivos legais sobre prote\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00fade, atendimento pr\u00e9-natal e defesa do nascituro, que j\u00e1 existem e n\u00e3o retiram da mulher a condi\u00e7\u00e3o de sujeito de direito. Um bom exemplo \u00e9 o artigo 8\u00ba do Estatuto da Crian\u00e7a e Adolescente (ECA). O pr\u00e9-natal \u00e9 um direito reprodutivo da mulher. Inverter a ordem da titularidade do direito, da genitora para o feto, \u00e9 um equivoco t\u00e9cnico com s\u00e9rias conseq\u00fc\u00eancias aos direitos das mulheres.<BR>  <P>A decis\u00e3o do agravo exemplifica uma confus\u00e3o sobre a fun\u00e7\u00e3o jurisdicional. Ao criar novas hip\u00f3teses legais, porque n\u00e3o se trata de interpreta\u00e7\u00e3o e supress\u00e3o de lacunas, o desembargador amplia os efeitos contemplados nos dispositivos normativos e, com isso, atua como legislador positivo. Esse \u00e9 o segundo problema t\u00e9cnico da decis\u00e3o.<BR>  <P>O fato \u00e9 que n\u00e3o h\u00e1 consenso nem na \u00e9tica, nem no direito, tampouco da biologia, sobre o que \u00e9 vida humana. O acordo existe est\u00e1 previsto no artigo 2\u00ba do C\u00f3digo Civil: \u00e9 o nascimento com vida que marca o in\u00edcio da personalidade; e ter personalidade jur\u00eddica, conforme disposto no direito brasileiro, \u00e9 condi\u00e7\u00e3o para entrar em ju\u00edzo. Essa decis\u00e3o transformar a mulher em reles meio para consecu\u00e7\u00e3o de interesses de um ser que est\u00e1 por existir. Ao fazer de Simone Ferraz Coelho a incubadora de &lsquo;Nascituro de&rsquo; o conceito mais elementar de dignidade humana, j\u00e1 previsto no s\u00e9culo XVIII, \u00e9 diretamente violado. Esse \u00e9 o terceiro problema da decis\u00e3o e da fundamenta\u00e7\u00e3o da a\u00e7\u00e3o.<BR>  <P>Salvaguardar os direitos do nascituro n\u00e3o significa conferir-lhe capacidade processual, tampouco elev\u00e1-lo \u00e0 condi\u00e7\u00e3o de pessoa. O que a lei faz \u00e9 t\u00e3o somente assegurar a defesa dos direitos em expectativa. Assim, uma coisa \u00e9 Simone pleitear judicialmente em nome do feto, em um caso de investiga\u00e7\u00e3o de paternidade por exemplo; outra \u00e9 o feto, no caso o &lsquo;Nascituro de&rsquo;, pleitear em nome pr\u00f3prio representado por Simone, atendimento \u00e0 sa\u00fade.<BR>  <P>In\u00fameras s\u00e3o as teses e especula\u00e7\u00f5es sobre o conceito de pessoa e in\u00edcio da vida e, apesar dos poucos acordo entre elas, h\u00e1 um \u00fanico consenso na ci\u00eancia, no caso, a biologia: o fato de que embri\u00e3o e feto s\u00e3o, inquestionavelmente, organismos imaturos em um est\u00e1gio de desenvolvimento celular.<BR>  <P>A id\u00e9ia de pessoa exprime a aptid\u00e3o gen\u00e9rica para adquirir direito e contrair obriga\u00e7\u00f5es, como agregar, ent\u00e3o, essa aptid\u00e3o para um &lsquo;organismo imaturo em um est\u00e1gio de desenvolvimento celular&rsquo;?<BR>  <P>Ser pessoa passa pelo nascer, pela &ldquo;natalidade&rdquo;, por um ato da natureza. Afinal, como explica Hannah Arendt, \u00e9 &ldquo;com o nascimento que algo singularmente novo entra no mundo&rdquo;. Todavia, a id\u00e9ia de pessoa engloba, tamb\u00e9m, a inser\u00e7\u00e3o do ser humano no mundo, nas rela\u00e7\u00f5es humanas. Assim, \u00e9 o nascimento com vida e a capacidade de viver a vida que nos faz pessoas. E \u00e9 o igual cuidado e a efetiva garantia de direitos dos seres humanos j\u00e1 nascidos, independentemente da sua condi\u00e7\u00e3o, que evidencia a maturidade democr\u00e1tica de um Estado e das suas institui\u00e7\u00f5es.<BR>  <P><B>(*) Samantha Buglione, Mestre e Professora de Teoria do Direito e Bio\u00e9tica, Doutoranda em Ci\u00eancias Humanas na UFSC.<\/B><\/P><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Samanta Buglione,&nbsp;mag\u00edster en Teor\u00eda del Derecho y Bio\u00e9tica, explica por qu\u00e9 el reconocimiento de un feto como autor de una acci\u00f3n penal es una distorsi\u00f3n jur\u00eddica en vez de una conquista de derechos y critica que la mujer tenga menos derechos que el feto. <EM>Texto en portugu\u00e9s<\/EM><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"default","ast-global-header-display":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[20],"tags":[],"class_list":["post-1565","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-bioetica"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.1.1 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Un nuevo sujeto de derechos? - CLAM - ES<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/clam.org.br\/es\/articulos-y-resenas\/bioetica\/un-nuevo-sujeto-de-derechos\/1565\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"es_ES\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Un nuevo sujeto de derechos? - CLAM - ES\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Samanta Buglione,&nbsp;mag\u00edster en Teor\u00eda del Derecho y Bio\u00e9tica, explica por qu\u00e9 el reconocimiento de un feto como autor de una acci\u00f3n penal es una distorsi\u00f3n jur\u00eddica en vez de una conquista de derechos y critica que la mujer tenga menos derechos que el feto. 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