{"id":186,"date":"2006-06-26T00:00:00","date_gmt":"2006-06-26T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/clam.org.br\/es\/2006\/06\/26\/abeh-debate-diversidade\/"},"modified":"2006-06-26T00:00:00","modified_gmt":"2006-06-26T03:00:00","slug":"abeh-debate-diversidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/clam.org.br\/es\/noticias-clam\/abeh-debate-diversidade\/186\/","title":{"rendered":"ABEH debate diversidade"},"content":{"rendered":"<p>&ldquo;Refletir e pesquisar a diversidade sexual \u00e9 considerar n\u00e3o a &lsquo;homogeneidade dos exclu\u00eddos&rsquo; e sim a riqueza de suas diferen\u00e7as, a ponto inclusive de exigir novas categorias para al\u00e9m de dicotomias como integrados\/exclu\u00eddos&rdquo;, afirma Bruno Souza Leal, presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Estudos da Homocultura (ABEH), que realizou seu terceiro Congresso. O encontro desse ano aconteceu na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em Belo Horizonte, entre os dias 5 e 7 de julho. O tema desta edi\u00e7\u00e3o foi \u00abDiscursos da diversidade sexual: lugares, saberes, linguagens\u00bb.<BR>  <P>&ldquo;Entende-se que a diversidade sexual, em seus aspectos pol\u00edticos, identit\u00e1rios e est\u00e9ticos, gera in\u00fameros discursos, que inclusive tem ela mesma como objeto. Tais discursos n\u00e3o s\u00e3o certamente semelhantes ou equivalentes, antes marcam diferentes lugares e modos de apreens\u00e3o do mundo. O tema do congresso este ano busca refletir sobre essas diferen\u00e7as e suas implica\u00e7\u00f5es&rdquo;, explicou Bruno.<BR> <\/P> <P>Segundo ele, a express\u00e3o &rdquo;diversidade sexual&rdquo; tem como objetivo caracterizar modos de ser, novas rela\u00e7\u00f5es, em seus contrastes e peculiaridades. Ao eleger o tema, o objetivo do congresso \u00e9 chamar a aten\u00e7\u00e3o para a diversidade de discursos e identidades dentro da chamada &ldquo;cultura gay&rdquo;, ou seja, as diferentes formas como os sujeitos v\u00eaem e nomeiam a si e aos outros. &ldquo;Observa-se, concretamente, uma grande diferen\u00e7a entre uma &lsquo;cultura gay&rsquo;, de classe m\u00e9dia urbana, e uma outra, que poder\u00edamos chamar talvez de &lsquo;bicha&rsquo; suburbana. Al\u00e9m de constru\u00e7\u00f5es identit\u00e1rias espec\u00edficas, esses dois modos de sociabilidade se d\u00e3o em lugares sociais e econ\u00f4micos distintos, trazem vis\u00f5es antag\u00f4nicas de afirma\u00e7\u00e3o identit\u00e1ria e conseq\u00fcentemente s\u00e3o politicamente divergentes. Ainda estabelecem par\u00e2metros est\u00e9ticos e de pr\u00e1ticas culturais bastante peculiares&rdquo;, ressaltou.<BR> <\/P> <P><B>A homocultura segundo Foucault<\/B>  <P>O presidente da ABEH se inspirou na obra de Michel Foucault para discutir a no\u00e7\u00e3o contempor\u00e2nea de \u00abhomocultura\u00bb, \u00e1rea tem\u00e1tica em pleno desenvolvimento na universidade brasileira, alimentada n\u00e3o s\u00f3 pelas circunst\u00e2ncias hist\u00f3ricas, mas tamb\u00e9m pelo impacto dos estudos de g\u00eanero e das teorias p\u00f3s-estruturalistas. &ldquo;No in\u00edcio dos anos 80, Foucault observava a constitui\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas culturais renovadas, a partir das quais se desenvolveriam novas modalidades de rela\u00e7\u00f5es, modos de vida, identidades, sociabilidades, refer\u00eancias morais e est\u00e9ticas. O elemento propulsor dessa &lsquo;inven\u00e7\u00e3o&rsquo; seria as experi\u00eancias sexuais n\u00e3o hegem\u00f4nicas, mas diversas e numerosas o suficiente para constitu\u00edrem realidades culturais e pol\u00edticas peculiares&rdquo;, disse Bruno.<BR>  <P>O Congresso apresentou quatro eixos tem\u00e1ticos:<BR>  <P>1. \u00abteorias para homocultura\u00bb, que prop\u00f4s a reflex\u00e3o metodol\u00f3gica e epist\u00eamica sobre as rela\u00e7\u00f5es e especificidades das teorias que alimentam o estudo da homocultura;<BR>  <P>2. \u00abpol\u00edticas da diversidade\u00bb, que focalizou os movimentos sociais e as lutas por direitos, visibilidade e reconhecimento, al\u00e9m da dimens\u00e3o micropol\u00edtica das rela\u00e7\u00f5es identit\u00e1rias;<BR>  <P>3. \u00abestere\u00f3tipos e constru\u00e7\u00f5es das identidades GLBT\u00bb, que privilegiou as investiga\u00e7\u00f5es sobre as formas de sociabilidade, as pr\u00e1ticas e processos individuais e grupais de elabora\u00e7\u00e3o de identidade, al\u00e9m das chamadas \u00abnovas\u00bb configura\u00e7\u00f5es familiares;<BR>  <P>4. \u00abimagens e grafias na homocultura\u00bb, que teve como alvo a reflex\u00e3o est\u00e9tica e a investiga\u00e7\u00e3o sobre os textos que se constituem nas pr\u00e1ticas culturais, em di\u00e1logo ou n\u00e3o com as tradi\u00e7\u00f5es can\u00f4nica e marginal desenvolvidas ao longo do s\u00e9culo XX.<BR>  <P><B>O CLAM no Congresso<\/B>  <P>Os Congressos da Abeh s\u00e3o bianuais e re\u00fanem pesquisadores nacionais e estrangeiros de diversas \u00e1reas. O primeiro congresso aconteceu em 2002, na Universidade Federal do Esp\u00edrito Santo (UFES), em Vit\u00f3ria (ES), com o tema \u00abHomocultura e Cidadania\u00bb. O segundo congresso, que teve como tema geral \u00abImagem e diversidade sexual\u00bb, ocorreu em 2004, na Universidade de Bras\u00edlia (UnB). Neste ano, a pesquisadora Anna Paula Uziel (CLAM\/IMS\/UERJ) coordenou a mesa &ldquo;Parentalidades LGBT: desafios e perspectivas&rdquo;<A href=\"http:\/\/www.clam.org.br\/publique\/cgi\/cgilua.exe\/sys\/authoring\/frm_info.htm?infoid=1425&amp;user=structureeditor#p\">(veja resumos abaixo)<\/A>, na qual ministrou a comunica\u00e7\u00e3o &ldquo;A fam\u00edlia: um retrato a partir de t\u00e9cnicos e operadores de justi\u00e7a&rdquo;. No mesmo dia, a pesquisadora Silvia Agui\u00e3o (CLAM\/IMS\/UERJ) integrou outra sess\u00e3o coordenada &ndash; &ldquo;Rituais territ\u00f3rios e sociabilidadesGLS&rdquo; -, apresentando o tema &ldquo;Categorias identit\u00e1rias entre mulheres homossexuais do sub\u00farbio carioca&rdquo;.<BR>  <P>Para ver a programa\u00e7\u00e3o e obter outras informa\u00e7\u00f5es sobre o evento, <a href=\"http:\/\/www.fafich.ufmg.br\/~abeh\/2006\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">clique aqui<\/A>. <\/P> <P><A name=p><\/A><STRONG>Resumos da mesa \u00abParentalidades LGBT: desafios e perspectivas\u00bb<\/STRONG> <\/P> <P>Anna Paula Uziel (UERJ) &#8211; Coordenadora <\/P> <P>Camila Pinheiro Medeiros (Museu Nacional) <\/P> <P>Claudiene Santos (UCB) <\/P> <P>Miriam Pillar Grossi (UFSC) <\/P> <P><STRONG>TRABALHO 1<\/STRONG><BR> A fam\u00edlia: um retrato a partir de t\u00e9cnicos e operadores da justi\u00e7a<BR> Anna Paula Uziel &ndash; professora IP\/UERJ, pesquisadora CLAM\/IMS\/UERJ<BR> Este trabalho \u00e9 uma an\u00e1lise do discurso dos profissionais envolvidos nos processos de ado\u00e7\u00e3o na justi\u00e7a da inf\u00e2ncia e da juventude do Rio de Janeiro. Ao pleitear a ado\u00e7\u00e3o, o(s) requerente passa(m) por assistente social, psic\u00f3logo, bem como te(\u00ea)m seu processo analisado pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico, at\u00e9 chegar no juiz. Apesar de a homossexualidade n\u00e3o ser um impedimento para a ado\u00e7\u00e3o, tampouco uma condi\u00e7\u00e3o que a lei recomende an\u00e1lise, observa-se que os pareceres t\u00e9cnicos e as sugest\u00f5es e encaminhamentos do Minist\u00e9rio P\u00fablico transformam-na em quest\u00e3o central do processo, quando ela aparece. Embora nos \u00faltimos anos a homossexualidade dos requerentes n\u00e3o tenha gerado decis\u00f5es desfavor\u00e1veis em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 ado\u00e7\u00e3o, suscita, por parte dos profissionais envolvidos, alguns tipos de &ldquo;atenuantes&rdquo; para torn\u00e1-la mais palat\u00e1vel e menos incompat\u00edvel com o exerc\u00edcio da parentalidade. Assim, inscrever os requerentes homens como mais femininos, oferecer crian\u00e7as menos procuradas por terem mais idade ou serem mais negras ou entender que aquela oportunidade \u00e9 melhor do que a rua ou o abrigo s\u00e3o algumas das estrat\u00e9gias utilizadas na negocia\u00e7\u00e3o que leva a uma decis\u00e3o favor\u00e1vel. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s mulheres, quando a invisibilidade da lesbianidade n\u00e3o persiste, parece n\u00e3o haver tanta necessidade de se criar subterf\u00fagios para que o processo caminhe bem. A maternidade parece ser a explica\u00e7\u00e3o mais simples e suficiente para a concess\u00e3o da ado\u00e7\u00e3o. Palavras-chaves: ado\u00e7\u00e3o, justi\u00e7a, fam\u00edlia. <\/P> <P><STRONG>TRABALHO 2<\/STRONG><BR> Casa de Mulheres: fam\u00edlia e lesbianidade na periferia paulistana<BR> Camila Pinheiro Medeiros &ndash; doutoranda em Antropologia Social (UFRJ)<BR> Esta comunica\u00e7\u00e3o baseia-se em trabalho etnogr\u00e1fico a respeito da &ldquo;Sociedade L\u00e9sbica Feminista Mulheres de K\u00eato &lsquo;Oj\u00fa Oy\u00e1&rsquo;&rdquo;, associa\u00e7\u00e3o de mulheres sediada em Guaianazes, bairro da periferia paulistana. Procura-se enfocar os temas da parentalidade l\u00e9sbica e fam\u00edlia tomando-se como pano de fundo assuntos considerados centrais no contexto pesquisado e que, n\u00e3o \u00e0 toa, est\u00e3o agregados no nome do grupo, quais sejam, a pol\u00edtica (para pensar os componentes &ldquo;sociedade l\u00e9sbica feminista&rdquo; do nome) e o candombl\u00e9 (referido em &ldquo;mulheres de k\u00eato &lsquo;oj\u00fa oy\u00e1&rsquo;&rdquo;). Pensa-se que este modo de formular o problema &ndash; levando-se em conta um \u00e2mbito mais amplo de quest\u00f5es a partir do qual se desenvolve o tema da fam\u00edlia &ndash; \u00e9 mais prof\u00edcuo no sentido de possibilitar a an\u00e1lise dos conceitos nativos em a\u00e7\u00e3o. Deste modo, \u00e0 luz das mulheres de k\u00eato, a reflex\u00e3o em torno da fam\u00edlia e da lesbianidade leva em conta as rela\u00e7\u00f5es que estas mulheres estabelecem tanto no \u00e2mbito pol\u00edtico &ndash; com outros grupos relacionados ao &ldquo;segmento GLBT&rdquo; &ndash; quanto no religioso, que orbita em torno do barrac\u00e3o de candombl\u00e9 no qual elas s\u00e3o filhas-de-santo. Estas observa\u00e7\u00f5es, por sua vez, s\u00e3o elaboradas enfocando-se o local por excel\u00eancia das mulheres de k\u00eato: o apartamento onde moram a coordenadora da associa\u00e7\u00e3o, suas duas filhas e sua companheira (e ao qual tamb\u00e9m se agregam diariamente as outras integrantes do grupo), espa\u00e7o eminentemente feminino &ndash; uma &ldquo;casa de mulheres&rdquo; &ndash;, enunciador de um modo de vida pr\u00f3prio que sintetiza as quest\u00f5es ora tratadas. Palavras-chaves: mulheres, fam\u00edlia e lesbianidade.<\/P> <P><STRONG>&nbsp;TRABALHO 3<\/STRONG><BR> Mosaico de fam\u00edlias homoparentais: a voz de gays e l\u00e9sbicas com filhos<BR> Claudiene Santos &ndash; docente da Universidade Cat\u00f3lica de Bras\u00edlia &ndash; UCB e membro do Grupo de Pesquisa Sexualidade &amp; Vida\/USP<BR> Atualmente, deparamo-nos com in\u00fameras configura\u00e7\u00f5es familiares, dentre as quais encontram-se fam\u00edlias formadas por homossexuais e seus filhos. Tais fam\u00edlias encontram-se ainda na obscuridade face \u00e0 homofobia que as atinge, raz\u00e3o pela qual investigamos, por interm\u00e9dio da metodologia fenomenol\u00f3gica, como gays e l\u00e9sbicas com filho\/as vivenciam a parentalidade, e, como o\/as filho\/as lidam com a homossexualidade paterna\/materna. Os relatos apontam um maior preparo ps\u00edquico e s\u00f3cio-econ\u00f4mico para a chegada de uma crian\u00e7a, principalmente quando o desejo de ter filhos ocorre ap\u00f3s a assun\u00e7\u00e3o da homossexualidade e\/ou forma\u00e7\u00e3o da parceria homossexual. Homens, em geral, buscam a ado\u00e7\u00e3o; mulheres,engravidam freq\u00fcentemente por insemina\u00e7\u00e3o artificial ou coito. Fun\u00e7\u00f5es parentais s\u00e3o exercidas pelo casal (quando \u00e9 o caso) e permeadas pelo di\u00e1logo e parceria. Viv\u00eancias de preconceito quanto ao exerc\u00edcio da parentalidade e\/ou \u00e0 express\u00e3o da homossexualidade ocorrem nas fam\u00edlias de origem, no trabalho, grupos sociais e s\u00e3o diminu\u00eddos por meio da conviv\u00eancia e pelo conhecimento das situa\u00e7\u00f5es vivenciadas. H\u00e1 presen\u00e7a de homofobia internalizada, inclusive diante da pr\u00f3pria homossexualidade. O modelo heteroc\u00eantrico de fam\u00edlia \u00e9 recorrente nos discursos, assim como a falta de referenciais de fam\u00edlias homossexuais. O\/as filho\/as relatam que a conviv\u00eancia com a homossexualidade paterna\/materna \u00e9 tranq\u00fcila, na maior parte dos casos, e o di\u00e1logo de suma import\u00e2ncia. Foram relatadas situa\u00e7\u00f5es de preserva\u00e7\u00e3o da privacidade paterna\/materna e a omiss\u00e3o dessa condi\u00e7\u00e3o familiar de amigos mais distantes e parceiro\/as do\/as filho\/as por ele\/as mesmo\/as. As fam\u00edlias homossexuais com filhos clamam por legitima\u00e7\u00e3o e aceita\u00e7\u00e3o social, com vista \u00e0 sua inclus\u00e3o na diversidade de modelos familiares coexistentes na contemporaneidade. . <\/P> <P><STRONG>TRABALHO 4 <\/STRONG><BR> Parentalidade homossexual na Fran\u00e7a e no Brasil &ndash; um estudo comparativo<BR> Miriam Pillar Grossi &ndash; professora adjunta no Departamento de Ci\u00eancias Sociais da UFSC<BR> An\u00e1lise comparativa de como a tem\u00e1tica da parentalidade homossexual tem sido abordada pelo movimento GLBTT, pelo Estado e pelos estudos acad\u00eamicos na Fran\u00e7a e no Brasil. <\/P> <P>Palavras-chaves: parentalidade, homossexualidade, Brasil, Fran\u00e7a. <\/P><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p><EM>Discursos da diversidade sexual: lugares, saberes, linguagens<\/EM>&nbsp;foi o tema do 3\u00ba Congresso da ABEH, que aconteceu entre 5 e 7 de julho, em Belo Horizonte. 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