{"id":531,"date":"2010-05-13T00:00:00","date_gmt":"2010-05-13T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/clam.org.br\/es\/2010\/05\/13\/relaciones-de-genero-en-el-swing\/"},"modified":"2010-05-13T00:00:00","modified_gmt":"2010-05-13T03:00:00","slug":"relaciones-de-genero-en-el-swing","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/clam.org.br\/es\/noticias-clam\/relaciones-de-genero-en-el-swing\/531\/","title":{"rendered":"Relaciones de g\u00e9nero en el \u2018swing\u2019"},"content":{"rendered":"<p>O swing, popularmente conhecido como troca de casais, ainda \u00e9 uma pr\u00e1tica sexual cercada por estigmas e preconceitos. Algumas das quest\u00f5es mais pol\u00eamicas est\u00e3o ligadas \u00e0 pr\u00e1tica homossexual masculina e a uma poss\u00edvel domina\u00e7\u00e3o do homem. &ldquo;Para alguns, o swing \u00e9 um mundo machista, de mulheres submissas&rdquo;, aponta a cientista social e doutoranda em Antropologia pelo Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Sociologia e Antropologia (PPGSA\/UFRJ) Olivia von der Weid. &ldquo;Existe uma cren\u00e7a de que o homem imduz a mulher a fazer esse tipo de pr\u00e1tica e que a mulher s\u00f3 aceitaria fazer isso por medo de perder o marido&rdquo;, completa.<BR>  <P>Autora da disserta\u00e7\u00e3o <I>Adult\u00e9rio consentido: g\u00eanero, corpo e sexualidade na pr\u00e1tica do swing<\/I>, a pesquisadora realizou entrevistas na cidade do Rio de Janeiro com 11 casais adeptos da pr\u00e1tica, al\u00e9m de efetuar a observa\u00e7\u00e3o de 19 encontros realizados por esses casais em casas especializadas. Essa pesquisa tamb\u00e9m serviu de embasamento para o artigo <I><U><a href=\"http:\/\/www.e-publicacoes.uerj.br\/index.php\/SexualidadSaludySociedad\/article\/view\/43\/250\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Masculino e feminino na pr\u00e1tica de swing<\/A><\/U><\/I>, publicado na revista eletr\u00f4nica &ldquo;Sexualidade, Sa\u00fade e Sociedade&rdquo;, em dezembro de 2009.<BR>  <P>Seu estudo aborda as rela\u00e7\u00f5es afetivo-sexuais entre homens e mulheres que praticam swing e as identidades sexuais e de g\u00eanero que s\u00e3o constru\u00eddas a partir dessa pr\u00e1tica. &ldquo;Entender o comportamento e as rela\u00e7\u00f5es de casais adeptos do swing traz \u00e0 tona quest\u00f5es importantes sobre a forma como compreendemos a liberdade sexual, a domina\u00e7\u00e3o masculina e a homossexualidade&rdquo;, afirma a pesquisadora.<BR>  <P>Olivia von der Weid destaca que os resultados de sua pesquisa apontaram para uma ambiguidade em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pr\u00f3pria pr\u00e1tica. Apesar de apresentar tra\u00e7os de maior liberdade sexual por parte de seus adeptos, a pr\u00e1tica tamb\u00e9m possui aspectos de domina\u00e7\u00e3o masculina. &ldquo;Em ambientes dedicados \u00e0 pr\u00e1tica de swing coexistem dois c\u00f3digos diferentes. Um deles \u00e9 o discurso da liberdade, da experimenta\u00e7\u00e3o, de casais mais abertos que t\u00eam possibilidades de experimentar suas fantasias sexuais. Por outro lado, permanecem alguns c\u00f3digos conservadores&rdquo;, explica.<BR>  <P>Um dos c\u00f3digos que podem ser considerados tradicionais est\u00e1 ligado \u00e0 figura do corpo feminino. &ldquo;Em casas de swing, \u00e9 o corpo da mulher que estabelece a ponte entre os casais, funcionando como uma esp\u00e9cie de vitrine&rdquo;, aponta a pesquisadora. &ldquo;S\u00e3o as mulheres que fazem striptease durante as festas e se vestem com roupas mais sensuais. O sujeito do desejo continua sendo o homem e o uso do corpo feminino serve para ativar esse desejo&rdquo;, aponta.<BR>  <P>Novamente, o desejo do homem aparece como determinante, j\u00e1 que na maior parte das vezes, parte do homem a iniciativa para a experimenta\u00e7\u00e3o da pr\u00e1tica. Segundo Olivia von der Weid, em nove dos 11 casais entrevistados, foram os homens que sugeriram \u00e0 parceira a ida a uma casa de swing.<BR>  <P>Para a autora do estudo, no entanto, esse tipo de domina\u00e7\u00e3o masculina n\u00e3o existe apenas ali. &ldquo;Acho perigoso olharmos para esses casais com um olhar de acusa\u00e7\u00e3o, eles tamb\u00e9m reproduzem comportamentos que existem na sociedade como um todo. N\u00e3o \u00e9 s\u00f3 uma incoer\u00eancia, realmente coexistem pr\u00e1ticas tradicionais e outras possibilidades mais modernas, mais liberais&rdquo;, diz.<BR>  <P><B>Swing e homossexualidade<\/B>  <P>Outra fal\u00e1cia em torno da pr\u00e1tica diz respeito \u00e0 aus\u00eancia de regras. Em casas de swing nem tudo \u00e9 permitido. Olivia von der Weid explica que existe uma etiqueta swinger, com normas que orientam o comportamento dos adeptos da pr\u00e1tica. Segundo ela, &ldquo;a principal dessas regras diz respeito ao consentimento, ao acordo entre os casais. Segundo a etiqueta de swing, tudo \u00e9 permitido, mas nada \u00e9 obrigat\u00f3rio, ou seja, as coisas funcionam em torno do consentimento entre os praticantes&rdquo;.<BR>  <P>Por\u00e9m, existem normas impl\u00edcitas, apontadas por seus entrevistados, que parecem fugir \u00e0 regra do consentimento. Uma delas \u00e9 a nega\u00e7\u00e3o \u00e0 homossexualidade masculina. &ldquo;Os homens negam esse tipo de pr\u00e1tica e negam inclusive o desejo, afirmando que isso a princ\u00edpio n\u00e3o acontece no ambiente de swing. Somente um de meus entrevistados revelou durante a entrevista que tinha vontade de se relacionar com outros homens, mas que ali ele n\u00e3o faria porque era &lsquo;proibido&rsquo;&rdquo;, explica a cientista social.<BR>  <P>Apesar da interdi\u00e7\u00e3o \u00e0 homossexualidade masculina, n\u00e3o existem restri\u00e7\u00f5es a pr\u00e1ticas homossexuais por parte de mulheres. &ldquo;Isso se apresenta como uma dupla moral em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pr\u00e1tica homossexual no meio, porque enquanto a pr\u00e1tica masculina \u00e9 afastada ou aparece apenas enquanto acusa\u00e7\u00e3o ou segredo, a feminina \u00e9 aceita e praticada&rdquo;, afirma Olivia von der Weid.<BR>  <P>As mulheres, seja por iniciativa pr\u00f3pria ou est\u00edmulo do parceiro, se relacionam com outras mulheres, o que, segundo as entrevistadas, n\u00e3o interfere em sua identidade de g\u00eanero. De acordo com a pesquisadora, &ldquo;no caso feminino, ser mulher n\u00e3o depende de se relacionar sexualmente apenas com homens. Entre as praticantes de swing, relacionar-se com mulheres \u00e9 muito comum e ter tido esta experi\u00eancia n\u00e3o coloca em d\u00favida sua feminilidade nem para elas mesmas, nem para os outros. J\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o aos homens, o fato de manterem rela\u00e7\u00f5es homossexuais afetaria a sua identidade de g\u00eanero&rdquo;, diz.<BR>  <P>Segundo a cientista social, essa \u00e9 uma pr\u00e1tica cercada por ambiguidades: &ldquo;Existem comportamentos que levam a uma interpreta\u00e7\u00e3o de domina\u00e7\u00e3o masculina, por\u00e9m algumas mulheres acabam se descobrindo sexualmente ou experimentando viv\u00eancias que elas nunca tiveram, at\u00e9 mesmo em termos de quantidade de parceiros sexuais. Os encontros de swing passam a ser momentos em que as mulheres podem experimentar o seu pr\u00f3prio corpo, o seu pr\u00f3prio prazer e com isso dizem que se tornaram mais conhecedoras de si pr\u00f3prias&rdquo;, afirma.<\/P><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>En su investigaci\u00f3n sobre g\u00e9nero, cuerpo y sexualidad en el &#8216;swing&#8217;, la investigadora Olivia von der Weid aborda las relaciones afectivo-sexuales entre hombres y mujeres que practican el intercambio de parejas y las identidades sexuales y de g\u00e9nero que se construidas en ese \u00e1mbito. <EM>(Texto en portugu\u00e9s)<\/EM><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"default","ast-global-header-display":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[],"class_list":["post-531","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias-clam"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.1.1 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Relaciones de g\u00e9nero en el \u2018swing\u2019 - CLAM - ES<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/clam.org.br\/es\/noticias-clam\/relaciones-de-genero-en-el-swing\/531\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"es_ES\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Relaciones de g\u00e9nero en el \u2018swing\u2019 - CLAM - ES\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"En su investigaci\u00f3n sobre g\u00e9nero, cuerpo y sexualidad en el &#039;swing&#039;, la investigadora Olivia von der Weid aborda las relaciones afectivo-sexuales entre hombres y mujeres que practican el intercambio de parejas y las identidades sexuales y de g\u00e9nero que se construidas en ese \u00e1mbito. 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