{"id":782,"date":"2006-09-04T00:00:00","date_gmt":"2006-09-04T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/clam.org.br\/es\/2006\/09\/04\/sexualidad-y-raza-en-la-ref\/"},"modified":"2006-09-04T00:00:00","modified_gmt":"2006-09-04T03:00:00","slug":"sexualidad-y-raza-en-la-ref","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/clam.org.br\/es\/noticias-clam\/sexualidad-y-raza-en-la-ref\/782\/","title":{"rendered":"Sexualidad y raza en la REF"},"content":{"rendered":"<p>O dossi\u00ea do Semin\u00e1rio Internacional Ra\u00e7a, Sexualidade e Sa\u00fade: perspectivas regionais, realizado pelo CLAM em novembro de 2004, ser\u00e1 publicado na edi\u00e7\u00e3o especial da <a href=\"http:\/\/www.portalfeminista.org.br\/capa.phtml?sel_ctxcod=5.1.15&amp;sel_edicao=5.1.15.1&amp;ctx_cod=5.1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Revista Estudos Feministas<\/A>&nbsp;que foi lan\u00e7ada no <a href=\"http:\/\/www.fazendogenero7.ufsc.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">7\u00ba Encontro Internacional Fazendo G\u00eanero<\/A>. Organizado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), o Encontro aconteceu entre os dias 28 e 30 de agosto em Florian\u00f3polis.<BR>  <P>A edi\u00e7\u00e3o re\u00fane artigos assinados por pesquisadores que apresentaram trabalhos no Semin\u00e1rio. A pesquisadora Verena Stolke, da Universidad At\u00f3noma de Barcelona, assina o artigo &ldquo;O enigma das interse\u00e7\u00f5es: classe, ra\u00e7a, sexo, sexualidade&rdquo;, que aborda as interse\u00e7\u00f5es que se desenvolveram no imp\u00e9rio colonial espanhol entre rela\u00e7\u00f5es de g\u00eanero, concep\u00e7\u00f5es de sexualidade feminina, honra familiar e a ordem do Estado.<BR>  <P>A antrop\u00f3loga Maria Luiza Heilborn (CLAM\/IMS\/UERJ) \u00e9 a autora de &ldquo;Nas tramas da sexualidade brasileira&rdquo;, que trata dos mitos e comportamentos sexuais, com o objetivo de demonstrar a natureza fabricada da representa\u00e7\u00e3o acerca da sexualidade brasileira como altamente erotizada e male\u00e1vel.<BR>  <P>Em &ldquo;\u00c0 brasileira: racialidade e a escrita de um desejo destrutivo&rdquo;, Denise Ferreira da Silva (University of Calif\u00f3rnia) revisita as articula\u00e7\u00f5es do er\u00f3tico na vers\u00e3o de Freyre do sujeito nacional brasileiro. Mapeio como o erotismo produz uma figura racial, o mesti\u00e7o, cuja particularidade reside em ser um objeto escatol\u00f3gico, isto \u00e9, uma figura hist\u00f3rica destinada a desaparecer.<BR>  <P>O dossi\u00ea traz ainda artigos de Laura Moutinho (IMS\/UERJ), Sonia Giacomini (PUC), Mara Viveros (Universidad Nacional de Colombia), Simone Monteiro e Josu\u00e9 Laguardia (Fiocruz) e outros. O CLAM publica com exclusividade a relatoria do Semin\u00e1rio Internacional Ra\u00e7a, Sexualidade e Sa\u00fade, assinada pela soci\u00f3loga M\u00e1rcia Lima, professora do departamento de Sociologia da USP, que pode ser lida abaixo ou em <a href=\"http:\/\/www.clam.org.br\/publique\/cgi\/cgilua.exe\/sys\/start.htm?infoid=1560&amp;sid=4\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">arquivo formato pdf dispon\u00edvel para download<\/A>.<BR>  <P><B><I><BR> Semin\u00e1rio Ra\u00e7a, Sexualidade e Sa\u00fade: alguns desafios interdisciplinares e pol\u00edticos<\/B><\/I><BR> M\u00e1rcia Lima[1]<BR> <BR> A forma\u00e7\u00e3o de um s\u00f3lido campo interdisciplinar est\u00e1 fortemente associada ao encontro intelectual de determinados dom\u00ednios tem\u00e1ticos no campo emp\u00edrico. Os trabalhos apresentados no semin\u00e1rio Ra\u00e7a, sexualidade e sa\u00fade: perspectivas regionais constituem um exemplo de como a constru\u00e7\u00e3o de problem\u00e1ticas comuns em diferentes \u00e1reas de pesquisa pode proporcionar um debate s\u00f3lido e consistente, de grande import\u00e2ncia pol\u00edtica. Al\u00e9m disso, conforme S\u00e9rgio Carrara nos chamou a aten\u00e7\u00e3o na abertura do evento, ra\u00e7a, sa\u00fade e sexualidade s\u00e3o temas historicamente articulados e insepar\u00e1veis do ponto de vista dos direitos humanos.<BR>  <P>Com um p\u00fablico formado por pesquisadores e ativistas envolvidos com as tem\u00e1ticas de ra\u00e7a, sexualidade, g\u00eanero, etnicidade e sa\u00fade e se beneficiando de uma perspectiva comparativa internacional, o Semin\u00e1rio contribuiu para o entendimento das especificidades e similaridades dos diversos contextos analisados tais como Estados Unidos, \u00c1frica do Sul, Col\u00f4mbia, Mo\u00e7ambique, Argentina e Brasil. Ainda em rela\u00e7\u00e3o a sua abordagem comparativa, destacou-se a prof\u00edcua aproxima\u00e7\u00e3o com realidade latino-americana, diminuindo a conhecida dist\u00e2ncia existente o Brasil e o restante da Am\u00e9rica Latina em termos de produ\u00e7\u00e3o intelectual e atua\u00e7\u00e3o pol\u00edtica.<BR>  <P>A parceria institucional das entidades organizadoras tamb\u00e9m contribuiu para a sua diversidade. Tr\u00eas institui\u00e7\u00f5es com perfis distintos demonstram a complexidade que o intercruzamento desses temas promove. O Centro de Estudos Afro-Brasileiros (CEAB), extinto no ano passado, estava inserido numa das poucas universidades privadas com aten\u00e7\u00e3o a pesquisa[2]. Tinha como enfoque a tem\u00e1tica racial e como tradi\u00e7\u00e3o a prioridade de inser\u00e7\u00e3o de alunos e pesquisadores negros em seu quadro. A Funda\u00e7\u00e3o Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) e o Centro Latino-americano em Sexualidade e Direitos Humanos (CLAM\/IMS\/UERJ) v\u00eam consolidando um valioso campo interdisciplinar em torno da tem\u00e1tica da sa\u00fade e da sexualidade sob a perspectiva das ci\u00eancias sociais, mais especificamente, sociologia e antropologia[3].<BR>  <P>As reflex\u00f5es desenvolvidas nestes dois \u00e2mbitos contribuem para dar maior complexidade a um debate central da agenda pol\u00edtica atual, que freq\u00fcentemente se desenha de modo polarizado e moralizado. Nesse sentido, mesmo que de forma n\u00e3o expl\u00edcita, os textos desta colet\u00e2nea, bem como as discuss\u00f5es que se fizeram presentes no semin\u00e1rio conjugam profundidade acad\u00eamica e engajamento pol\u00edtico. A jun\u00e7\u00e3o intelectual entre os dom\u00ednios de ra\u00e7a, g\u00eanero, sexualidade e sa\u00fade demonstrou um n\u00edtido esfor\u00e7o na constru\u00e7\u00e3o de problem\u00e1ticas comuns e transversais, hoje combinadas de modo in\u00e9dito na vida pol\u00edtica do pa\u00eds. O encontro proporcionou tamb\u00e9m uma aproxima\u00e7\u00e3o entre Ci\u00eancias Sociais e Ci\u00eancias da Sa\u00fade, fundamental no desenho de v\u00e1rias quest\u00f5es atuais, em particular com rela\u00e7\u00e3o ao estatuto da id\u00e9ia de ra\u00e7a, que n\u00e3o foi banida de ambos os campos cient\u00edficos. Ademais, numa perspectiva comparativa internacional, foi poss\u00edvel compreender os agravos \u00e0 sa\u00fade e a vulnerabilidade \u00e0s DST\/Aids em realidades distintas.<BR>  <P>Deparamo-nos com quest\u00f5es e problemas que giram em torno das constru\u00e7\u00f5es cl\u00e1ssicas da Antropologia e da Sociologia. O debate sobre natureza e cultura est\u00e1 presente nas tematiza\u00e7\u00f5es sobre a constru\u00e7\u00e3o da no\u00e7\u00e3o de g\u00eanero e seus desdobramentos: erotismo, sexualidade, hetero e homossexualidade. Da mesma forma que a constru\u00e7\u00e3o da no\u00e7\u00e3o de &ldquo;ra\u00e7a&rdquo; &#8211; como categoria descritiva e identificadora &#8211; e suas conseq\u00fc\u00eancias em termos de preconceito, desigualdades e discrimina\u00e7\u00e3o raciais.<BR>  <P>A quest\u00e3o do Estado foi outro ponto importante nesse debate. Nos estudos sobre interven\u00e7\u00e3o social evidenciou-se um Estado, em geral, omisso e, quando atuante, discriminador. Esse diagn\u00f3stico coloca um peso ainda mais significativo no entendimento da atua\u00e7\u00e3o da sociedade civil e, em especial, o papel das ONG`s. Ainda em rela\u00e7\u00e3o a essa quest\u00e3o, foi no campo das pol\u00edticas de sa\u00fade que o debate do semin\u00e1rio teve seu ponto de maior diverg\u00eancia. Quest\u00f5es desafiantes foram colocadas. Uma delas &ndash; absolutamente central e de pouco consenso &ndash; \u00e9 em que medida o Estado deve atuar como promotor de pol\u00edticas raciais nos contextos de sa\u00fade, especialmente, no tratamento de doen\u00e7as como no caso da anemia falciforme.<BR>  <P>Neste breve texto ser\u00e3o levantadas quest\u00f5es que permitem uma abordagem transversal ao que foi tratado no Semin\u00e1rio e que deu origem a este n\u00famero especial: a quest\u00e3o de classe, a rela\u00e7\u00e3o entre ordem biogr\u00e1fica e ordem estrutural e, por \u00faltimo, o que este debate produziu em termos das agenda de pesquisa e pol\u00edtica.<BR>  <P>H\u00e1 um ponto que pode ser considerado transversal no conjunto dos trabalhos apresentados: a maioria das an\u00e1lises investiga ra\u00e7a, sexualidade e g\u00eanero em contexto de pobreza. O dado principal nos estudos sobre desigualdades relaciona-se com as denominadas desigualdades substanciais ou adscritas: vari\u00e1veis que n\u00e3o se relacionam com as diferen\u00e7as de atributos ou performances, mas que est\u00e3o consolidadas nas desvantagens historicamente produzidas entre os grupos sociais, \u00e9tnicos e de g\u00eanero, tornando-se, ent\u00e3o, preditores das chances de sucesso dos indiv\u00edduos. Uma vez que a maioria dos trabalhos teve como foco situa\u00e7\u00f5es de pobreza, outros elementos &#8211; tais como g\u00eanero, sexualidade e &ldquo;ra\u00e7a&rdquo; &#8211; se associaram a ela para dar sentido \u00e0s suas diferentes experi\u00eancias e trajet\u00f3rias. Da mesma forma que, analiticamente, n\u00e3o podemos tomar a condi\u00e7\u00e3o de classe como explica\u00e7\u00e3o suficiente dessas experi\u00eancias, h\u00e1 um dado adicional igualmente interessante: a condi\u00e7\u00e3o de classe pode ser um diferenciador na percep\u00e7\u00e3o dos indiv\u00edduos em termos das suas experi\u00eancias em torno de g\u00eanero, ra\u00e7a, sexualidade.<BR>  <P>Creio que o ponto principal deste debate \u00e9 a rela\u00e7\u00e3o entre ordem biogr\u00e1fica e ordem societ\u00e1ria fortemente evidenciada por esses temas. Estamos diante de experi\u00eancias individuais constru\u00eddas a partir de valores fortemente estruturados pela sociedade. Nesse sentido, ao falar de trajet\u00f3rias, projetos e escolhas relatam-se experi\u00eancias individuais que se d\u00e3o num campo de possibilidades onde as caracter\u00edsticas individuais se articulam de modo complexo com caracter\u00edsticas estruturais. S\u00e3o trajet\u00f3rias individuais constru\u00eddas a partir de marcas sociais de g\u00eanero, sexualidade e ra\u00e7a.<BR>  <P>Mas como essas observa\u00e7\u00f5es s\u00e3o analiticamente constru\u00eddas? \u00c9 nesse momento que a quest\u00e3o metodol\u00f3gica se aproxima das quest\u00f5es te\u00f3ricas propostas. Ordem biogr\u00e1fica e ordem societ\u00e1ria, ag\u00eancia e estrutura s\u00e3o bin\u00f4mios que expressam de que forma os n\u00edveis de observa\u00e7\u00e3o evidenciam quest\u00f5es diferenciadas e intrinsecamente combinadas. Tomando como exemplo os estudos sobre quest\u00e3o racial, os dados, que nos falam de grupos, s\u00e3o inequ\u00edvocos em demonstrar como o processo cumulativo de desvantagens s\u00f3cio-econ\u00f4micas tem colocado a popula\u00e7\u00e3o preta e parda na base da pir\u00e2mide social e esse processo apresenta uma forte capacidade de reprodu\u00e7\u00e3o. J\u00e1 os estudos sobre cotidiano abordam a percep\u00e7\u00e3o do preconceito e as situa\u00e7\u00f5es de discrimina\u00e7\u00e3o em contextos espec\u00edficos. Nesse campo a quest\u00e3o adquire uma outra complexidade na medida em que envolve uma aproxima\u00e7\u00e3o com a experi\u00eancia individual, biogr\u00e1fica. \u00c9 nesse sentido que t\u00eam sido importantes os esfor\u00e7os de conciliar os estudos quantitativos e qualitativos criando di\u00e1logos que ajudam a compreender a dimens\u00e3o cultural na explica\u00e7\u00e3o e apreens\u00e3o das desigualdades.<BR>  <P>Para concluir, gostaria de chamar aten\u00e7\u00e3o para alguns desdobramentos que essas leituras proporcionaram.<BR>  <P>Em primeiro lugar os estudos comparativos apontaram para uma necessidade de aprofundar a quest\u00e3o hist\u00f3rica. Conforme apontou Verena Stolcke em sua confer\u00eancia no Semin\u00e1rio, a racializa\u00e7\u00e3o da sexualidade e a sexualiza\u00e7\u00e3o da ra\u00e7a t\u00eam dimens\u00e3o hist\u00f3rica fundamental: a perspectiva de regula\u00e7\u00e3o da sexualidade &ndash; formal ou n\u00e3o &ndash; por parte do Estado. Os temas de ra\u00e7a, sexualidade e sa\u00fade estiveram presentes e ainda est\u00e3o no debate sobre a forma\u00e7\u00e3o das na\u00e7\u00f5es. Seria interessante, ent\u00e3o, que a perspectiva hist\u00f3rica fosse tratada de forma mais aprofundada: em que medida diferentes processos hist\u00f3ricos de constru\u00e7\u00e3o da na\u00e7\u00e3o contribuem para o quadro atual sobre o qual se debru\u00e7am esses estudos? Enfrentar esta quest\u00e3o \u00e9 um recurso contra a substancializa\u00e7\u00e3o da diferen\u00e7a que vemos acontecer com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 ra\u00e7a\/cor, mas igualmente com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 homossexualidade em v\u00e1rias inst\u00e2ncias sociais, pol\u00edticas e mesmo acad\u00eamicas.<BR>  <P>Em segundo lugar, desenvolver pesquisas e a\u00e7\u00f5es pol\u00edticas no campo da sexualidade, da quest\u00e3o racial e da sa\u00fade sem d\u00favida levanta desafios metodol\u00f3gicos e pol\u00edticos. A constitui\u00e7\u00e3o de um campo de pesquisa que articula vari\u00e1veis t\u00e3o complexas e que s\u00e3o t\u00e3o centrais na agenda pol\u00edtica e dos direitos humanos atuais faz com que pesquisadores e ativistas se deparem com os sentidos, significados (e perigos) das novas legalidades em curso.<BR>  <P>Atualmente o Brasil enfrenta um forte debate relativo \u00e0s conseq\u00fc\u00eancias da implementa\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas cujas principais caracter\u00edsticas envolvem justamente os temas aqui discutidos. Neste momento, por exemplo, tramita na C\u00e2mara o Projeto de Lei que institui um sistema de reserva de vagas para estudantes egressos de escolas p\u00fablicas, com crit\u00e9rios espec\u00edficos para a inser\u00e7\u00e3o de negros e ind\u00edgenas, nas institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas federais de educa\u00e7\u00e3o superior. Da mesma forma que tamb\u00e9m j\u00e1 s\u00e3o conhecidas as pol\u00eamicas suscitadas em torno da legaliza\u00e7\u00e3o do aborto e do projeto de uni\u00e3o civil entre pessoas do mesmo sexo. A iniciativa das institui\u00e7\u00f5es promotoras do evento bem como a organiza\u00e7\u00e3o deste n\u00famero tem\u00e1tico s\u00e3o, n\u00e3o somente bem-vindas, como representam uma fecunda contribui\u00e7\u00e3o para quest\u00f5es t\u00e3o atuais e candentes uma vez que \u00e9 preciso que nesses debates estejam garantidos os princ\u00edpios da liberdade, da igualdade e da dignidade.<BR> <BR> <BR> [1] Professora do Departamento de Sociologia da USP e relatora do Semin\u00e1rio Internacional: Ra\u00e7a, Sexualidade e Sa\u00fade: perspectivas regionais.<BR> [2] O Centro de Estudos Afro-Brasileiros foi formado a partir da \u00e1rea de pesquisa intitulada de Afro-Brasil do Centro de Estudos Afro-Asi\u00e1ticos. Ao longo de sua exist\u00eancia pesquisou e influenciou as decis\u00f5es pol\u00edticas no que tange \u00e0 quest\u00e3o racial no Brasil, mas foi extinto, de forma inaceit\u00e1vel, em 2004.<BR> [3] O CLAM organizou em 2003 e 2004 uma s\u00e9rie de semin\u00e1rios sobre sexualidade na perspectiva dos direitos humanos em parceria com diversas institui\u00e7\u00f5es acad\u00eamicas e da sociedade civil organizada. Ver em <A href=\"http:\/\/www.clam.org.br\/\">www.clam.org.br<\/A> as colet\u00e2neas publicadas com os textos apresentados nos semin\u00e1rios.<BR>  <P><B>O CLAM no Semin\u00e1rio Internacional Fazendo G\u00eanero<\/B>  <P>O <a href=\"http:\/\/www.fazendogenero7.ufsc.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">7\u00ba Semin\u00e1rio Internacional Fazendo G\u00eanero<\/A> objetiva propiciar o encontro e discuss\u00e3o de pesquisadores sobre diferentes perspectivas dos estudos de g\u00eanero, de forma interdisciplinar. Os cerca de 60 simp\u00f3sios abordaram temas como aborto, juventude, milit\u00e2ncia feminista, viol\u00eancia contra a mulher, homossexualidades, al\u00e9m da articula\u00e7\u00e3o entre g\u00eanero e pol\u00edtica, ra\u00e7a e etnia, literatura, m\u00eddia, ci\u00eancia e tecnologia.<BR>  <P>Membros da equipe do CLAM participaram como coordenadores dos seguintes simp\u00f3sios: &ldquo;Sexualidade, G\u00eanero e Reprodu\u00e7\u00e3o na Juventude&rdquo;,&nbsp;coordenado por&nbsp;Daniela Knauth (NUPACS\/UFRGS) e Elaine Reis Brand\u00e3o (NESC\/UFRJ &ndash; CLAM\/IMS\/UERJ); &ldquo;Homossexualidades Femininas: subjetividade e pol\u00edtica&rdquo; teve a coordena\u00e7\u00e3o de Miriam Grossi (UFSC) e Anna Paula Uziel (CLAM-IP\/UERJ); e &ldquo;G\u00eanero, Corpo e Diversidade Sexual&rdquo; foi&nbsp;coordenado por Anna Paula Vencato (IFCS\/UFRJ), Laura Moutinho (CLAM\/IMS\/UERJ) e Regina Facchini (Unicamp).<BR>  <P>Al\u00e9m desta edi\u00e7\u00e3o da REF, no Encontro tamb\u00e9m foram lan\u00e7ados dois novos livros da cole\u00e7\u00e3o Sexualidade, G\u00eanero e Sociedade, do CLAM, em parceria com a Ed. Garamond: <A href=\"http:\/\/www.clam.org.br\/publique\/cgi\/cgilua.exe\/sys\/start.htm?infoid=1553&amp;sid=6\">A mulher no corpo: uma an\u00e1lise cultural da reprodu\u00e7\u00e3o<\/A> (CLAM\/Editora Garamond), da antrop\u00f3loga norte-americana Emily Martin (Universidade de Nova York), e <A href=\"http:\/\/www.clam.org.br\/publique\/cgi\/cgilua.exe\/sys\/start.htm?infoid=1552&amp;sid=6\">A reinven\u00e7\u00e3o do corpo: sexualidade e g\u00eanero na experi\u00eancia transexual<\/A> (CLAM\/Editora Garamond), da soci\u00f3loga Berenice Bento (UnB). Outra obra, em co-edi\u00e7\u00e3o com as Editoras Garamond e Fiocruz, tamb\u00e9m ser\u00e1 divulgada no evento: &ldquo;O aprendizado da sexualidade: reprodu\u00e7\u00e3o e trajet\u00f3rias sociais de jovens brasileiros&rdquo;, organizada por M. L. Heilborn (IMS\/UERJ), Estela Aquino (ISC\/UFBA), Daniela Knauth (NUPACS\/UFRGS) e M. Bozon (INED). As&nbsp;obras foram lan\u00e7adas&nbsp;no dia 28 de agosto. <\/P><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>La soci\u00f3loga M\u00e1rcia Lima (USP), subscribe el informe del Seminario Internacional de Raza, Sexualidad y Salud realizado por el CLAM en el 2004, cuyo dossier fue publicado en edici\u00f3n especial de la Revista Estudos Feministas, presentada en Fazendo G\u00eanero 7 en la UFSC. <EM>(texto en portugu\u00e9s)<\/EM><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"default","ast-global-header-display":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[],"class_list":["post-782","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias-clam"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Sexualidad y raza en la REF - CLAM - ES<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/clam.org.br\/es\/noticias-clam\/sexualidad-y-raza-en-la-ref\/782\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"es_ES\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Sexualidad y raza en la REF - CLAM - ES\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"La soci\u00f3loga M\u00e1rcia Lima (USP), subscribe el informe del Seminario Internacional de Raza, Sexualidad y Salud realizado por el CLAM en el 2004, cuyo dossier fue publicado en edici\u00f3n especial de la Revista Estudos Feministas, presentada en Fazendo G\u00eanero 7 en la UFSC. 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