CLAM – Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos

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Sexualidades e cultura

Devir Puta (2013)

Neste livro, José Miguel segue com honestidade intelectual a trajetória de quatro lideranças da prostituição exercidas por mulheres, desde suas juventudes e acompanhando suas inserções na prostituição de rua no centro de Porto Alegre.

Entrevistas

Prostituição criminalizada

A perspectiva abolicionista adotada pela Argentina considera as pessoas que exercem a prostituição como vítimas da violência e do tráfico de pessoas. Eugenia Aravena, secretária-executiva da organização AMMAR Córdoba, explica que, ao tornar a atividade um ofício clandestino, este marco legal criminaliza as pessoas que a exercem e facilita uma maior exploração.(Texto em espanhol)

Notícias Clam

Direitos humanos como princípio à prevenção em saúde

“Para populações mais vulneráveis, o primeiro passo é a afirmação da cidadania, afinal, séculos de tradição e práticas sexistas, machistas, homofóbicas e racistas produziram consequências indeléveis à autoestima e autoaceitação de LGBT, negros/as, pobres, mulheres e, particularmente, as prostitutas”, afirma em nota o Grupo de Trabalho em Gênero e Saúde da Abrasco.

Entrevistas

Direitos inconstitucionais?

Na Nicarágua, setores religiosos e uma parcela de juristas pressionam para derrubar ou modificar a Lei de Violência contra as Mulheres, argumentando que ela atenta contra os direitos dos homens. Elia Palacios, da organização Red de Mujeres contra la Violencia, defende a legislação e avalia sua situação atual.(Texto em espanhol)

Notícias Clam

Tempos de censura

Recuo do Ministério da Saúde brasileiro na campanha de prevenção destinada às prostitutas integra um conjunto de retrocessos no campo da saúde – como a suspensão de campanha de prevenção à Aids voltada a jovens gays, a questão do aborto e a internação compulsória de dependentes de drogas – resultantes do preocupante comprometimento do governo com a bancada evangélica.