CLAM – Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos

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Violência de Gênero

Violação de direitos

Roberto Arriada Lorea. Ao anunciar a edição de norma administrativa que dispensa a mulher, cuja gravidez resultou de estupro, de procedimento burocrático junto à delegacia de polícia, para que possa a mesma se submeter a um aborto seguro, o Ministério da Saúde estará apenas revogando uma exigência, igualmente administrativa, imposta desde 1998 às vítimas de estupro, sem que para esse procedimento burocrático houvesse previsão legal ou decisão judicial autorizadora.

artigos e resenhas

No en mi nombre


Lucy Garrido. Siento mucho que a los católicos se les haya muerto el Papa. Pero yo no soy católica y el Uruguay no es católico. Este es un Estado laico.



 Entendería que el Ministerio de Relaciones Exteriores enviara una carta con las debidas condolencias al Vaticano, entendería que el Presidente llamase por teléfono o enviara un telegrama con las fórmulas, muy sentidas, del caso.

artigos e resenhas

No en mi nombre


Lucy Garrido. Siento mucho que a los católicos se les haya muerto el Papa. Pero yo no soy católica y el Uruguay no es católico. Este es un Estado laico.



 Entendería que el Ministerio de Relaciones Exteriores enviara una carta con las debidas condolencias al Vaticano, entendería que el Presidente llamase por teléfono o enviara un telegrama con las fórmulas, muy sentidas, del caso.

Saúde Sexual e Reprodutiva

O ultra-som de uma ‘tragédia nacional’. Resultado: a gravidez precoce não é o drama que se noticia

Por Maria Luiza Heilborn. Existe um consenso entre profissionais de diversas formações – médicos, psicólogos, jornalistas, líderes religiosos e políticos – de que a gravidez na adolescência é um mal de grandes proporções. Segundo esse pensamento, seria irresponsabilidade “permitir” que adolescentes se envolvam com a maternidade tão cedo. No entanto, ao contrário do que prega a opinião pública, nem há um quadro de caos e desordem nem tampouco a gravidez na adolescência é uma grande tragédia nacional. A pesquisa Gravidez na adolescência: estudo multicêntrico sobre jovens, sexualidade e reprodução no Brasil (Gravad), realizada pelas universidades do Estado do Rio de Janeiro, Federal do Rio Grande do Sul e Federal da Bahia entrevistou 4.634 jovens de ambos os sexos, entre 18 e 24 anos, numa pesquisa domiciliar realizada nas três capitais destes Estados.

Saúde Sexual e Reprodutiva

O ultra-som de uma ‘tragédia nacional’. Resultado: a gravidez precoce não é o drama que se noticia

Por Maria Luiza Heilborn. Existe um consenso entre profissionais de diversas formações – médicos, psicólogos, jornalistas, líderes religiosos e políticos – de que a gravidez na adolescência é um mal de grandes proporções. Segundo esse pensamento, seria irresponsabilidade “permitir” que adolescentes se envolvam com a maternidade tão cedo. No entanto, ao contrário do que prega a opinião pública, nem há um quadro de caos e desordem nem tampouco a gravidez na adolescência é uma grande tragédia nacional. A pesquisa Gravidez na adolescência: estudo multicêntrico sobre jovens, sexualidade e reprodução no Brasil (Gravad), realizada pelas universidades do Estado do Rio de Janeiro, Federal do Rio Grande do Sul e Federal da Bahia entrevistou 4.634 jovens de ambos os sexos, entre 18 e 24 anos, numa pesquisa domiciliar realizada nas três capitais destes Estados.