CLAM – Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos

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Concluídas

Homossexualidade, parentalidade e grupos homossexuais

Coordenação: Anna Paula Uziel. Com o avanço da epidemia de HIV/AIDS nos anos 90, surgiram, em diversos países do mundo, projetos para a legalização da parceria entre pessoas do mesmo sexo. O teor desses projetos continua sendo objeto de controvérsias.

Concluídas

Jurisprudência e sexualidade no Brasil

O objetivo deste documento é analisar, de modo sistemático, as principais questões jurídicas referentes aos direitos relativos à sexualidade no Brasil, tomando por base os elementos mais importantes trazidos pelo documento estratégico “Direitos e políticas sexuais no Brasil”. Cuida-se de uma análise principiológica, buscando estruturar a discussão jurídica brasileira em torno dos direitos no país relacionados à sexualidade.

Concluídas

Gravidez na adolescência. Gênero e Sexualidade: Estudo multicêntrico sobre Jovens, Sexualidade e Reprodução no Brasil – GRAVAD

Coordenação: Maria Luiza Heilborn, Estela M. L. Aquino, Daniela Riva Knauth e Michel Bozon . A pesquisa – uma das mais abrangentes que já se fez no Brasil – descreve as características sociais e demográficas da juventude e investiga seus nexos com as diferentes trajetórias de entrada na sexualidade e com possíveis eventos reprodutivos – como a tão discutida gravidez adolescente.

Concluídas

Sexo e gênero no discurso médico brasileiro da segunda metade do século XIX ao início do século XX

Coordenação: Fabíola Rohden. A medicina do século XIX e primeiras décadas do século XX contribui exemplarmente para a delimitação das características definidoras da sexualidade no mundo moderno, traçando as bases sobre as quais se assentam os debates científicos atuais. No que se refere ao Brasil, ainda temos pouco conhecimento de como a produção médica local se inseria nesse campo.

Saúde Sexual e Reprodutiva

Sexualidade, Direitos Humanos e pensamento demográfico: conexões e disjunções num mundo em mudança

Por Sonia Corrêa e Richard Parker. Dadas as condições que prevalecem no mundo no início do século XXI, presenciamos a mudança do marco de referência do debate histórico sobre ética e demografia, tanto em termos de uma maior ênfase nos direitos individuais, em oposição à ênfase anterior no bem público, como pela inclusão de todo um conjunto de novas dimensões, especialmente da sexualidade.