CLAM – Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos

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Brasil tem mais prefeitas

Em artigo, José Eustáquio Diniz Alves (ENCE/IBGE) analisa o aumento da participação e da eleição de mulheres na política municipal brasileira nas últimas décadas. Uma das razões é a política de cotas, que obriga os partidos a preencher, no mínimo, 30% das candidaturas para elas. No entanto, segundo o demógrafo, o país continua longe da paridade de gênero na política.

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Urbanização e fecundidade

Em artigo, os demógrafos George Martine (Universidade de Brown), José Eustáquio Diniz Alves (ENCE/IBGE) e Suzana Cavenaghi (ENCE/IBGE) discutem o impacto do fenômeno da urbanização nas taxas de natalidade.

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Fecundidade em baixa; educação em alta

Em artigo, o demógrafo Eduardo L. G. Rios-Neto (UFMG) afirma que a diminuição na taxa de fecundidade brasileira, atualmente em 1,9, fará com que a população, em algum momento a partir de 1930, deixe de crescer.

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Educação, diferença, diversidade e desigualdade

Trabalhar simultaneamente a problemática do gênero, da diversidade sexual e da raça e etnia, ou seja, abordar em conjunto, a misogenia, a homofobia e o racismo não é apenas uma proposta absolutamente ousada, mas oportuna e necessária. No Brasil, o estudo desses três temas e dos correlativos processos de discriminação social deu origem a campos disciplinares distintos (quem estuda uma coisa, não estuda outra), a diferentes arenas de atuação de ativistas (cujo diálogo entre si nem sempre é fácil), e, finalmente, a políticas públicas específicas.

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O estigma das feministas

Artigo de Bila Sorj, professora titular de Sociologia da UFRJ, valoriza a contribuição do feminismo como movimento que “promoveu uma formidável mudança de comportamentos orientada para a promoção de mais liberdade e igualdade entre os sexos, sem aspirar à tomada do poder, sem utilizar a força e sem derramar uma gota de sangue.”