CLAM – Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos

Acervo Site Clam

artigos e resenhas

Cidadanias sexuais no Equador

A socióloga Sofía Argüello analisa o caminho percorrido pelo movimento LGBT equatoriano para explicar as condições que permitiram incorporar direitos em favor das diversidades sexuais na nova Constituição do país. (Texto em espanhol)

Gênero

Eloá – A Morte Anunciada

A tragédia anunciada se transformou numa briga pela audiência da imprensa televisiva e escrita, em que em nenhum momento, ao longo da sensacionalista cobertura do “caso Eloá” a imprensa classificou como mais um caso de Violência contra as Mulheres.

Violência de Gênero

O seqüestro de Santo André: questão pública e de gênero

O seqüestro que vitimou duas jovens amigas, motivado pelo inconformismo de um ex-namorado com a separação e que resultou na morte daquela que seria o seu “objeto de amor”, voltou a pautar na imprensa a questão da violência contra as mulheres. Mais do que isso, o caso coloca em debate as dificuldades do Estado, representado pela instituição policial, e da sociedade brasileira em geral, para tratar como crime e como questão de segurança pública aquelas situações de violência envolvendo homens e mulheres que mantiveram ou mantêm relações amorosas e quaisquer outras de intimidade afetiva. Além da tragédia que marcou o episódio, estiveram em cena as dificuldades das nossas instituições para operar de acordo com normas e valores universais.

artigos e resenhas

Uruguai: aborto e o pós-veto

Depois do veto presidencial à Lei de Saúde Sexual e Reprodutiva que descriminaliza o aborto no Uruguai, o pesquisador Diego Sempol analisa os efeitos políticos da decisão de Tabaré Vázquez (foto) e as estratégias para reiniciar o debate legislativo. (Texto em espanhol) 

Gênero

O seqüestro de Santo André: questão pública e de gênero

O seqüestro que vitimou duas jovens amigas, motivado pelo inconformismo de um ex-namorado com a separação e que resultou na morte daquela que seria o seu “objeto de amor”, voltou a pautar na imprensa a questão da violência contra as mulheres. Mais do que isso, o caso coloca em debate as dificuldades do Estado, representado pela instituição policial, e da sociedade brasileira em geral, para tratar como crime e como questão de segurança pública aquelas situações de violência envolvendo homens e mulheres que mantiveram ou mantêm relações amorosas e quaisquer outras de intimidade afetiva. Além da tragédia que marcou o episódio, estiveram em cena as dificuldades das nossas instituições para operar de acordo com normas e valores universais.