CLAM – Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos

Acervo Site Clam

artigos e resenhas

Desejo e solidão

A política da vergonha se vale do mecanismo do armário, de forma a manter a associação entre sexo e caráter dentro de uma ordem moral que condena o desejo por pessoas do mesmo sexo. Assim emerge a solidão que molda suas subjetividades. Leia artigo de Richard Miskolci (UFSCar)

Gênero

Tupperware Sexuality: Consumption, ‘Morality’

Leia o paper “Tupperware Sexuality: Consumption, ‘Morality’ and the Search for a Controllable Modernity”, do pesquisador indiano Sanjay Srivastava, professor na Universidade de Delhi. (Texto em inglês)

HIV Aids

Teatro, Mídia e AIDS

O cineasta Vagner de Almeida, da Associação Brasileira da Aids (Abia), fez um relato sobre o modo como a Aids é abordada pela mídia brasileira há quase trinta anos do surgimento da epidemia. “A mídia falha muito em se tratando de HIV/AIDS e não adianta termos o melhor programa de AIDS do mundo. Raramente o tema aparece em novelas brasileiras de forma real e quando o faz na maioria das vezes está repleto de fragmentos isolados não muito esclarecedores para a população. Raramente nos roteiros de novelas se ouve o nome “preservativo”, transar com os parceiros do elenco na trama com a “camisinha”. Cenas de sexo quase explicitas são editadas e não se fala no preservativo. Os roteiros ignoram essa palavra como se as cenas de sexo, sejam elas entre casais fixos ou não, fossem invulneráveis ao HIV/AIDS”, afirmou.

Aborto

As feministas e o plebiscito

O CLAM publica o terceiro artigo da série Ciência e Religião na Mídia. O texto traz uma reflexão sobre os argumentos que estão em jogo no debate sobre a proposta de plebiscito levantada recentemente no Brasil pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão.

Aborto

Violação de direitos

Roberto Arriada Lorea. Ao anunciar a edição de norma administrativa que dispensa a mulher, cuja gravidez resultou de estupro, de procedimento burocrático junto à delegacia de polícia, para que possa a mesma se submeter a um aborto seguro, o Ministério da Saúde estará apenas revogando uma exigência, igualmente administrativa, imposta desde 1998 às vítimas de estupro, sem que para esse procedimento burocrático houvesse previsão legal ou decisão judicial autorizadora.