CLAM – Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos

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artigos e resenhas

Representação política feminina

Em artigo, a socióloga Clara Araújo, professora do departamento de Ciências Sociais do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UERJ, analisa as candidaturas de Dilma Rousseff (foto) e de Marina Silva à presidência do Brasil e avalia a participação das mulheres na política, nos espaços de poder e no mercado de trabalho.

artigos e resenhas

Amor, aborto e Dia Internacional da Mulher

Em artigo de opinião da revista Carta Maior, o sociólogo Gilson Caroni Filho afirma, em relação ao debate sobre o aborto, que “a questão de fundo, por trás da gritaria dos setores conservadores, é a apropriação sistemática do corpo feminino por uma ideologia autoritária que se julga no direito de legislar para a mulher, negando a ela qualquer protagonismo”.

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Comparecer – un comentario

Neste artigo, o pesquisador e ativista Mauro Cabral expõe o estado do debate sobre a noção de identidade de gênero, depois da decisão judicial que autorizou uma pessoa trans na Argentina a mudar de nome e sexo, sem a necessidade de cirurgia. (Texto em espanhol)

Gênero

O seqüestro de Santo André: questão pública e de gênero

O seqüestro que vitimou duas jovens amigas, motivado pelo inconformismo de um ex-namorado com a separação e que resultou na morte daquela que seria o seu “objeto de amor”, voltou a pautar na imprensa a questão da violência contra as mulheres. Mais do que isso, o caso coloca em debate as dificuldades do Estado, representado pela instituição policial, e da sociedade brasileira em geral, para tratar como crime e como questão de segurança pública aquelas situações de violência envolvendo homens e mulheres que mantiveram ou mantêm relações amorosas e quaisquer outras de intimidade afetiva. Além da tragédia que marcou o episódio, estiveram em cena as dificuldades das nossas instituições para operar de acordo com normas e valores universais.

Violência de Gênero

O seqüestro de Santo André: questão pública e de gênero

O seqüestro que vitimou duas jovens amigas, motivado pelo inconformismo de um ex-namorado com a separação e que resultou na morte daquela que seria o seu “objeto de amor”, voltou a pautar na imprensa a questão da violência contra as mulheres. Mais do que isso, o caso coloca em debate as dificuldades do Estado, representado pela instituição policial, e da sociedade brasileira em geral, para tratar como crime e como questão de segurança pública aquelas situações de violência envolvendo homens e mulheres que mantiveram ou mantêm relações amorosas e quaisquer outras de intimidade afetiva. Além da tragédia que marcou o episódio, estiveram em cena as dificuldades das nossas instituições para operar de acordo com normas e valores universais.