CLAM – Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos

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Gênero

Algunas reflexiones para profundizar y construir movimiento

Por Marusia López Cruz, Elige Red de Jóvenes por los Derechos Sexuales y Reproductivos, A.C. Antes que nada quiero expresar la profunda emoción que tengo por estar aquí con ustedes y agradecer a las organizadoras que me hayan convocado a compartir algunas reflexiones en este panel que nos invita, nos confronta y nos pone frente a un horizonte completamente incierto pero siempre esperanzador.

Diversidade Sexual

Eu me cuido, mona – saúde, gênero e corporalidade entre travestis que se prostituem

A cientista social Larissa Pelucio apresentou o paper “Eu me cuido, mona – saúde, gênero e corporalidade entre travestis que se prostituem”, no Seminário Homofobia, Identidades e Cidadania LGBTTT, realizado em Florianópolis.

Saúde Sexual e Reprodutiva

Ausência de direitos reprodutivos agrava a pobreza

Por José Eustáquio Diniz Alves. O escritor americano F. Scott Fitzgerald escreveu, certa vez, que “os ricos são diferentes de mim e de você”. O seu colega Ernest Hemingway concordou dizendo: “São mesmo, eles têm mais dinheiro”. Ironia à parte, os ricos, exatamente, por terem mais dinheiro, têm acesso – comprando no mercado de bens e serviços – a diversos direitos de cidadania que não estão disponíveis aos pobres.

Gênero

O estigma das feministas

Artigo de Bila Sorj, professora titular de Sociologia da UFRJ, valoriza a contribuição do feminismo como movimento que “promoveu uma formidável mudança de comportamentos orientada para a promoção de mais liberdade e igualdade entre os sexos, sem aspirar à tomada do poder, sem utilizar a força e sem derramar uma gota de sangue.”

Gênero

Educação, diferença, diversidade e desigualdade

Trabalhar simultaneamente a problemática do gênero, da diversidade sexual e da raça e etnia, ou seja, abordar em conjunto, a misogenia, a homofobia e o racismo não é apenas uma proposta absolutamente ousada, mas oportuna e necessária. No Brasil, o estudo desses três temas e dos correlativos processos de discriminação social deu origem a campos disciplinares distintos (quem estuda uma coisa, não estuda outra), a diferentes arenas de atuação de ativistas (cujo diálogo entre si nem sempre é fácil), e, finalmente, a políticas públicas específicas.