CLAM – Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos

Acervo Site Clam

artigos e resenhas

Direitos humanos e ambientais

Equidade de gênero e direitos sexuais e reprodutivos são fundamentais para o desenvolvimento sustentável e a erradicação da pobreza, pois sem resolver as inequidades entre os sexos e dentro das famílias é impossível ter uma relação justa com o desenvolvimento e o meio ambiente. Leia artigo dos demógrafos Suzana Cavenaghi e José Eustáquio Diniz (Ence/IBGE).

Direitos Civis LGBT

Notas sobre o substitutivo ao PL 122

O juiz federal Roger Raupp Rios examina – a partir do panorama do direito antidiscriminatório brasileiro e de marcos normativos importantes – aspectos gerais e pontuais do substitutivo ao Projeto de Lei nº 122, legislação que visa o combate à discriminação, ao ódio e à intolerância no Brasil.

Prostituição

Um olhar sobre a prostituição de rua

O livro Devir Puta (CLAM/EdUERJ) é valioso pelo cuidado e respeito com que o autor retrata suas informantes prostitutas. José Miguel Nieto Olivar as constrói como pessoas reais, complexas – nem vítimas e nem vitimizadoras, mas sim como seres e corpos sujeitos a violências e estigmas reais, escapando da fantasia sedutora de retratá-las como o outro abjeto.

artigos e resenhas

Além do discurso vitimizante

O problema do discurso da “vítima enganada obrigada a se prostituir” é que ele apaga as ações de mulheres que migram voluntariamente para trabalhar no mercado do sexo e gera violações de direitos, aponta Anamaria Marcon Venson (UFSC) neste texto, em que analisa o modo como o tráfico de pessoas é tratado em produções midiáticas.

Gênero

Prólogo para ‘De mujeres, hombres y otras ficciones…: género y sexualidad en América Latina’

Los estudios de género, asociados desde sus inicios con el feminismo, han renovado casi todos los campos del saber. Desde hace varios años los estudios de la sexualidad, en conjunción con la irrupción de la liberación gay y lésbica (ahora Lgbt, o Lgbtti, en su forma más reciente e incluyente), están revolucionando el campo de las humanidades y los estudios sociales. Cuando, en 1992, Donna Guy y yo comenzamos a pensar en el libro que se publicaría en 1997 con el título Sex and sexuality in Latin America (y que el año siguiente sería traducido como Sexo y sexualidades en América Latina), ya existían muchas publicaciones sobre el tema del género en los campos que nos interesaban y que mejor conocíamos -la crítica literaria, los estudios culturales, la historia y la antropología-, pero había muy poca investigación en lo concerniente al campo de las sexualidades. Más específicamente, no había mucha investigación que tomara en cuenta las nuevas formulaciones de la teoría queer –cuya figura máxima, Judith Butler, ya había publicado, en 1990, Gender trouble (El género en disputa, tal como fue traducido al español)- mientras que el trabajo interdisciplinario que se ocupara de las categorías de género y sexualidad era prácticamente inexistente.