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Mesa-redonda Feminismo no Brasil
A Escola de Ciências Sociais (CPDOC/FGV) promove a mesa-redonda “Feminismo no Brasil”, no dia 04/10, às 14h.
Mesa-redonda Feminismo no Brasil
A Escola de Ciências Sociais (CPDOC/FGV) promove a mesa-redonda “Feminismo no Brasil”, no dia 04/10, às 14h.
Mesa-redonda Feminismo no Brasil
A Escola de Ciências Sociais (CPDOC/FGV) promove a mesa-redonda “Feminismo no Brasil”, no dia 04/10, às 14h.
Cartografias da Experiência
Imbricadas na configuração do espaço e do território, as marcas de gênero, sexualidade, classe e raça afetam o modo com que as pessoas experimentam e se relacionam com a cidade. Em entrevista ao CLAM, Maria Rodó de Zárate fala sobre as negociações espaciais de jovens lésbicas em duas cidades médias, uma no Brasil e outra na Espanha.(Texto em espanhol)
Mundializar a Solidariedade das Mulheres
Visibilizar as lutas das mulheres pela autonomia de seus corpos e a defesa da terra e dos territórios foram alguns dos aspectos abordados na 9ª Marcha Mundial de Mulheres, em São Paulo. Angie Mendoza, fundadora do capítulo chileno, reflete sobre as novas cartografias feministas e as alternativas que as mulheres constroem pelo mundo.(Texto em espanhol)
Sexualidade e turismo
Foi lançado o número 10 de Sexualidades, série monográfica eletrônica no campo dos estudos sobre sexualidades nas Américas, publicada simultaneamente em português, espanhol e inglês, com o trabalho de Mauricio List reyes e Alberto Teutle López (in memoriam): Sexo entre homens nas saunas de Puebla: Uma forma de turismo sexual.
Por que legalizar o aborto?
O dia 28 de setembro é marcado pelos movimentos sociais latino-americanos como data de luta pela descriminalização do aborto. Mas por que legalizar o aborto? Para consolidar o Estado laico, aperfeiçoar a democracia e promover os direitos sexuais e reprodutivos e a saúde das mulheres. Leia texto da médica Ana Maria Costa.
Camp! Arte e política
Variações de tom e intensidade e uma particular sensibilidade são capazes de transformar o banal em produção artística e intervenção política. Canonizada por Susan Sontag, a estética camp explora o valor transgressor do exagero, do glamour e do melodrama, desafiando convenções de gênero. Exposição e ciclo de conferências na UERJ destacaram a conexão entre performance, estilo e política sexual.
Sexualidade adolescente como direito?
A partir de discursos de representantes de Conselhos de Direitos da Criança e do Adolescente, Vanessa Leite levanta a questão: se crianças e adolescentes devem ser tratados como sujeitos de direitos e se o exercício da sexualidade vem se configurando como parte dos direitos humanos, a que sexualidade, afinal, tais sujeitos teriam direito? Obra será lançada em 3/10, às 18h30, no Museu da República.
Proteção para além da perspectiva menorista
Em entrevista ao CLAM, Vanessa Leite fala sobre a pesquisa de mestrado que resultou no livro a ser lançado. De acordo com a autora, a sexualidade é um espaço limite dentro do campo da garantia de direitos de crianças e adolescentes. “Discursos fundamentados em bases morais dificultam a compreensão do exercício da sexualidade na sua dimensão prazerosa, na sua potencialidade”.