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Revista Sexualidade, Saúde e Sociedade
Esta nova edição de Sexualidade, Saúde e Sociedade marca o aprofundamento da proposta da Revista, sobretudo quanto ao seu caráter de espaço de confluência de discussões que, com diversas perspectivas disciplinares, exploram as dimensões culturais e políticas das sexualidades em diferentes países latino-americanos (nesse número 14, representados por Argentina, Brasil, Equador, México e Uruguai).
Ramos, Silvina
Socióloga, con estudios de posgrado en investigación social, e investigadora titular en el Área de Salud, Economía y Sociedad del Centro de Estado y Sociedad (CEDES), Argentina, desde 1990. Actualmente es miembro del Comité Consultivo del Instituto Nacional del Cáncer (Argentina) y del Comité Asesor de Investigaciones en Salud de la OMS.
Figari, Carlos
Nació el 16 de diciembre de 1966. Es Licenciado en Relaciones Internacionales y Doctor en Sociología. Desde 2005 es investigador del CONICET y desde 2006 es investigador visitante del Grupo de Estudios sobre Sexualidades del Instituto de Investigaciones Gino Germani, Facultad de Ciencias Sociales, Universidad de Buenos Aires.
Edital de concurso para animação e documentário sobre saúde pública
A Fiocruz está com edital aberto para o segundo Concurso de Apoio à Produção de Obras Audiovisuais Inéditas. O objetivo do concurso é fomentar e estimular a produção nacional de vídeos sobre temas como História da Saúde Pública; doenças transmissíveis; violência e saúde; saúde da mulher e da criança; saúde do trabalhador; e saúde mental. Inscrições até 01/11.
Respeito às mulheres
A presidente Dilma Rousseff sancionou nesta quinta-feira (1/8) a lei que obriga hospitais que fazem parte do Sistema Único de Saúde (SUS) a prestar atendimento emergencial a vítimas de violência sexual. Para ministra Eleonora Menicucci (SPM), a sanção da presidente representa respeito às mulheres que sofrem violência sexual, com a adoção de ações que amenizam seu sofrimento.
Aborto: ecos e reações
As mudanças nas legislações latino-americanas que asseguram às mulheres o direito ao aborto em condições seguras – pela vontade ou por causais – têm gerado ecos favoráveis, mas também reações contrárias. Este panorama regional revela que nem todos os países avançam na mesma direção e que os embates conservadores colocam em risco os direitos conquistados.(Texto em espanhol)
Sinais de mudança?
Na Bolívia, mudanças recentes abriram caminho para uma maior participação política de setores outrora excluídos e para o reconhecimento dos direitos sexuais e reprodutivos. Ximena Machicao e outros especialistas analisam o impacto efetivo de tais transformações em um país que registra altos índices de violência sexual e de gênero. (Texto em espanhol)
O significado do silêncio
Em sua passagem pela JMJ, o papa Francisco não repetiu a velha retórica do Vaticano, preferindo calar-se sobre temas como aborto e casamento entre pessoas do mesmo sexo. Mas até que ponto as declarações do papa sobre alguns temas e o seu silêncio sobre outros representam realmente alterações significativas no rumo e na doutrina da Igreja Católica?
Mais mulher ou menos mulher?
A decisão de algumas mulheres, como a atriz Angelina Jolie, de submeter-se a uma mastectomia dupla preventiva coloca em xeque a ideia de uma feminilidade definida pelas características de determinados órgãos, formas e volumes, e de que a beleza se reduz ao cumprimento de certos padrões estéticos. Por que a retirada de órgãos repercute no erotismo e na validação pessoal das mulheres?Em espanhol
Francisco continua sendo Bergoglio
O papa Francisco chega ao Brasil com a missão de arrebanhar fiéis afastados da Igreja Católica, cuja população no país caiu de 64% para 57% (Datafolha). Para Maria José Rosado (CDD), o novo Papa não representa mudanças em temas sensíveis à moral católica, como a dimensão reprodutiva e sexual da vida. Quando cardeal, Bergoglio sempre foi um ferrenho opositor dos direitos sexuais e reprodutivos.