Notícias
Cuarta Convención de la Asociación Internacional de Familias por la Diversidad Sexual
Representantes de 23 PAÍSES asisten a la Convención: Argentina, Bolivia, Brasil, Chile, Colombia, Costa Rica, Cuba, Ecuador, E.E.U.U. , El Salvador, España, Guatemala, Honduras, México, Nicaragua, Panamá, Paraguay, Perú, Portugal, Puerto Rico, República Dominicana, Uruguay y Venezuela.
Exposição fotográfica: VARIAÇÕES DO FEMININO
Entre poses e perfumes, batons e saltos altos, brilhos e sedução, rapazes, homossexuais, travestis, transsexuais, transformistas, revelam-se nas ruas da Região Metropolitana de João Pessoa e nas passarelas de concursos de beleza. Mas eles e elas estão presentes em diferentes espaços públicos e privados, associações, sindicatos, hospitais, escolas, repartições públicas, empresas. São pessoas comuns, trabalhadoras, estudantes, cidadãs. Contudo, sofrem preconceitos e diversas formas de violência cotidianamente. São vítimas da homofobia e da intolerância.
Exposição fotográfica: VARIAÇÕES DO FEMININO
Entre poses e perfumes, batons e saltos altos, brilhos e sedução, rapazes, homossexuais, travestis, transsexuais, transformistas, revelam-se nas ruas da Região Metropolitana de João Pessoa e nas passarelas de concursos de beleza. Mas eles e elas estão presentes em diferentes espaços públicos e privados, associações, sindicatos, hospitais, escolas, repartições públicas, empresas. São pessoas comuns, trabalhadoras, estudantes, cidadãs. Contudo, sofrem preconceitos e diversas formas de violência cotidianamente. São vítimas da homofobia e da intolerância.
Violência letal e gênero: decifrando números obscenos?
No Brasil, os homicídios matam muito mais homens que mulheres. Em artigo, Sonia Correa (ABIA/SPW) e José Eustáquio Alves (IBGE) apontam o sistema sexo-gênero como um dos fatores estruturais da violência letal e afirmam ser preciso deixar para trás a equação simples, segundo a qual gênero é sinônimo de mulher e os homens apenas matam mulheres, não se matam entre si.
Violência letal e gênero: decifrando números obscenos?
No Brasil, os homicídios matam muito mais homens que mulheres. Em artigo, Sonia Correa (ABIA/SPW) e José Eustáquio Alves (IBGE) apontam o sistema sexo-gênero como um dos fatores estruturais da violência letal e afirmam ser preciso deixar para trás a equação simples, segundo a qual gênero é sinônimo de mulher e os homens apenas matam mulheres, não se matam entre si.
Exposição fotográfica: VARIAÇÕES DO FEMININO
Entre poses e perfumes, batons e saltos altos, brilhos e sedução, rapazes, homossexuais, travestis, transsexuais, transformistas, revelam-se nas ruas da Região Metropolitana de João Pessoa e nas passarelas de concursos de beleza. Mas eles e elas estão presentes em diferentes espaços públicos e privados, associações, sindicatos, hospitais, escolas, repartições públicas, empresas. São pessoas comuns, trabalhadoras, estudantes, cidadãs. Contudo, sofrem preconceitos e diversas formas de violência cotidianamente. São vítimas da homofobia e da intolerância.
Rádios para a diversidade
O ativismo LGBT encontrou nas tecnologias de informação e comunicação (TIC) as ferramentas necessárias para fazer circular seus discursos nos espaços distintos aos tradicionais. Para Carlos Serrano, da Radio Diversia, a rádio online permite ao ativismo manter uma relação vital e próxima com os cidadãos e cidadãs.(Texto em espanhol)
Um censo consistente
O censo populacional argentino de 2010, que começa a ser realizado no próximo 27 de outubro, registrará pela primeira vez as pessoas afrodescendentes e eliminará a “pauta de inconsistência” que indicava erro ao quantificar casais do mesmo sexo. (Texto em espanhol)
Um conhecimento socialmente útil
Na última sexta-feira, 10 de setembro, aconteceu a cerimônia de lançamento do Curso de Especialização em Gênero e Sexualidade – EGeS, desenvolvido pelo CLAM e pela Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM/PR). “Temos poucas mulheres na política, poucos negros nas universidades e as pessoas precisam deixar de pensar que é assim mesmo”, afirmou a ministra Nilcéa Freire, durante a cerimônia.
Aborto nas eleições
O grupo Católicas pelo Direito de Decidir repudiou em nota o posicionamento Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1, da Conferência Nacional dos Bispos (CNBB), que recomendou voto apenas para candidatos contrários à descriminalização do aborto. O grupo de mulheres criticou o uso político da religião.