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Questão de autonomia
No livro Trânsitos: Brasileiras nos mercados transnacionais do sexo, CLAM/EdUerj), a antropóloga Adriana Piscitelli (Pagu/Unicamp) destaca a autonomia feminina como elemento-chave para se entender a inserção e os deslocamentos de mulheres brasileiras nos mercados internacionais do sexo, experiência que ser compreendida sem ser vinculada ao tráfico de pessoas.
Desigualdades persistem na política
Comemorando os 81 anos da conquista do direito de voto feminino no Brasil, a Associação Brasileira de Ciência Política (ABCP) e a Secretaria de Política para as Mulheres (SPM) estão lançando o livro “Mulheres nas eleições 2010”. Leia artigo de apresentação assinado pelo demógrafo José Eustáquio Diniz Alves e baixe o livro.
O outro lado da moeda
O problema do discurso da “vítima enganada obrigada a se prostituir no exterior” é que ele apaga as ações de mulheres que migram voluntariamente para trabalhar no mercado do sexo e gera violações de direitos, aponta Anamaria Marcon Venson (UFSC) neste texto, em que analisa o modo como o tráfico de pessoas é tratado em produções midiáticas.
Rumores da despatologização
A Associação Americana de Psiquiatria (APA) anunciou que no próximo DSM desapareceria a categoria “transtorno de identidade de gênero”, conservando somente a “disforia de gênero”. Para Mauro Cabral, esta mudança ainda condiciona o acesso das pessoas trans ao reconhecimento de sua identidade de gênero e a modificações corporais cirúrgicas e hormonais. (Texto em espanhol)
Além do discurso vitimizante
O problema do discurso da “vítima enganada obrigada a se prostituir” é que ele apaga as ações de mulheres que migram voluntariamente para trabalhar no mercado do sexo e gera violações de direitos, aponta Anamaria Marcon Venson (UFSC) neste texto, em que analisa o modo como o tráfico de pessoas é tratado em produções midiáticas.
Direitos humanos e ambientais
Equidade de gênero e direitos sexuais e reprodutivos são fundamentais para o desenvolvimento sustentável e a erradicação da pobreza, pois sem resolver as inequidades entre os sexos e dentro das famílias é impossível ter uma relação justa com o desenvolvimento e o meio ambiente. Leia artigo dos demógrafos Suzana Cavenaghi e José Eustáquio Diniz (Ence/IBGE).
Chega de conversa fiada
Atuar nos orçamentos públicos permitiu ao movimento feminista sair do campo das reivindicações e construir uma relação mais igualitária com os governos. Ao inviabilizar o controle social dos gestores públicos, o governo perde credibilidade e aliados. Nós perdemos algo mais preciso do que o acesso às informações. Perdemos direitos e processos de construção de cidadania. Artigo de Gilda Cabral.
Fecundidade em baixa; educação em alta
Em artigo, o demógrafo Eduardo L. G. Rios-Neto (UFMG) afirma que a diminuição na taxa de fecundidade brasileira, atualmente em 1,9, fará com que a população, em algum momento a partir de 1930, deixe de crescer.
Fecundidade em baixa; educação em alta
Em artigo, o demógrafo Eduardo L. G. Rios-Neto (UFMG) afirma que a diminuição na taxa de fecundidade brasileira, atualmente em 1,9, fará com que a população, em algum momento a partir de 1930, deixe de crescer.
Urbanização e fecundidade
Em artigo, os demógrafos George Martine (Universidade de Brown), José Eustáquio Diniz Alves (ENCE/IBGE) e Suzana Cavenaghi (ENCE/IBGE) discutem o impacto do fenômeno da urbanização nas taxas de natalidade.