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O outro lado da moeda
O problema do discurso da “vítima enganada obrigada a se prostituir no exterior” é que ele apaga as ações de mulheres que migram voluntariamente para trabalhar no mercado do sexo e gera violações de direitos, aponta Anamaria Marcon Venson (UFSC) neste texto, em que analisa o modo como o tráfico de pessoas é tratado em produções midiáticas.
Rumores da despatologização
A Associação Americana de Psiquiatria (APA) anunciou que no próximo DSM desapareceria a categoria “transtorno de identidade de gênero”, conservando somente a “disforia de gênero”. Para Mauro Cabral, esta mudança ainda condiciona o acesso das pessoas trans ao reconhecimento de sua identidade de gênero e a modificações corporais cirúrgicas e hormonais. (Texto em espanhol)
Além do discurso vitimizante
O problema do discurso da “vítima enganada obrigada a se prostituir” é que ele apaga as ações de mulheres que migram voluntariamente para trabalhar no mercado do sexo e gera violações de direitos, aponta Anamaria Marcon Venson (UFSC) neste texto, em que analisa o modo como o tráfico de pessoas é tratado em produções midiáticas.
Direitos humanos e ambientais
Equidade de gênero e direitos sexuais e reprodutivos são fundamentais para o desenvolvimento sustentável e a erradicação da pobreza, pois sem resolver as inequidades entre os sexos e dentro das famílias é impossível ter uma relação justa com o desenvolvimento e o meio ambiente. Leia artigo dos demógrafos Suzana Cavenaghi e José Eustáquio Diniz (Ence/IBGE).
Chega de conversa fiada
Atuar nos orçamentos públicos permitiu ao movimento feminista sair do campo das reivindicações e construir uma relação mais igualitária com os governos. Ao inviabilizar o controle social dos gestores públicos, o governo perde credibilidade e aliados. Nós perdemos algo mais preciso do que o acesso às informações. Perdemos direitos e processos de construção de cidadania. Artigo de Gilda Cabral.
Fecundidade em baixa; educação em alta
Em artigo, o demógrafo Eduardo L. G. Rios-Neto (UFMG) afirma que a diminuição na taxa de fecundidade brasileira, atualmente em 1,9, fará com que a população, em algum momento a partir de 1930, deixe de crescer.
Fecundidade em baixa; educação em alta
Em artigo, o demógrafo Eduardo L. G. Rios-Neto (UFMG) afirma que a diminuição na taxa de fecundidade brasileira, atualmente em 1,9, fará com que a população, em algum momento a partir de 1930, deixe de crescer.
Urbanização e fecundidade
Em artigo, os demógrafos George Martine (Universidade de Brown), José Eustáquio Diniz Alves (ENCE/IBGE) e Suzana Cavenaghi (ENCE/IBGE) discutem o impacto do fenômeno da urbanização nas taxas de natalidade.
Urbanização e fecundidade
Em artigo, os demógrafos George Martine (Universidade de Brown), José Eustáquio Diniz Alves (ENCE/IBGE) e Suzana Cavenaghi (ENCE/IBGE) discutem o impacto do fenômeno da urbanização nas taxas de natalidade.
Brasil tem mais prefeitas
Em artigo, José Eustáquio Diniz Alves (ENCE/IBGE) analisa o aumento da participação e da eleição de mulheres na política municipal brasileira nas últimas décadas. Uma das razões é a política de cotas, que obriga os partidos a preencher, no mínimo, 30% das candidaturas para elas. No entanto, segundo o demógrafo, o país continua longe da paridade de gênero na política.