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Os pesquisadores Ana Amuchástegui (foto) e Rodrigo Parrini refletem sobre os avanços nos debates sexuais no México. Este é o tema que abordaram no seminário “Sexualidade: Saúde, Direitos e Moralidades”. (Texto em espanhol)
Estratégias conservadoras
O antropólogo Marcelo Natividade (IFCS/UFRJ) discute, em artigo, como proposições relativas à diversidade sexual encontram resistência em ações motivadas por valores religiosos. Debate oportuno na semana da I Conferência Nacional GLBT.
Estigma, violência e escândalo
Em palestra no CLAM, o antropólogo Don Kulick (NYU) analisou a “política do escândalo” a partir de sua pesquisa com travestis na Bahia. Seu livro Travestis, prostituição, sexo, gênero e cultura no Brasil foi lançado em português.
Acima dos direitos sexuais está a Bíblia? Respostas de segmentos conservadores à diversidade sexual
O antropólogo Marcelo Natividade, doutorando em Antropologia do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de janeiro (IFCS/UFRJ), discute, em artigo, como proposições relativas à diversidade sexual encontram resistência em ações motivadas por valores religiosos, e analisa algumas estratégias usadas para emperrar a discussão de projetos em tramitação no Congresso Nacional brasileiro. Debate oportuno na semana em que o governo federal realiza a I Conferência Nacional GLBT, que acontece em Brasília, de 5 a 8 de junho
Teatro, Mídia e AIDS
O cineasta Vagner de Almeida, da Associação Brasileira da Aids (Abia), fez um relato sobre o modo como a Aids é abordada pela mídia brasileira há quase trinta anos do surgimento da epidemia. “A mídia falha muito em se tratando de HIV/AIDS e não adianta termos o melhor programa de AIDS do mundo. Raramente o tema aparece em novelas brasileiras de forma real e quando o faz na maioria das vezes está repleto de fragmentos isolados não muito esclarecedores para a população. Raramente nos roteiros de novelas se ouve o nome “preservativo”, transar com os parceiros do elenco na trama com a “camisinha”. Cenas de sexo quase explicitas são editadas e não se fala no preservativo. Os roteiros ignoram essa palavra como se as cenas de sexo, sejam elas entre casais fixos ou não, fossem invulneráveis ao HIV/AIDS”, afirmou.
Estratégias conservadoras
O antropólogo Marcelo Natividade (IFCS/UFRJ) discute, em artigo, como proposições relativas à diversidade sexual encontram resistência em ações motivadas por valores religiosos. Debate oportuno na semana da I Conferência Nacional GLBT.
O ser não é essência
Para a filósofa Juliana González Valenzuela, pensar uma ontologia contemporânea que conceba o ser humano como um processo, e não como uma essência, é o marco para entender a concepção filosófica e científica que sustenta a descriminalização do aborto no México. (Texto em espanhol)
Aparente homogeneidade
A antropóloga Edlaine Gomes (Cebrap) analisa, no artigo Notas sobre aborto e reações político-religiosas: resistências e possibilidades de diálogo, o impacto de discursos e ações de parlamentares religiosos brasileiros na tramitação de propostas concernentes ao aborto
Aparente homogeneidade
A antropóloga Edlaine Gomes (Cebrap) analisa, no artigo Notas sobre aborto e reações político-religiosas: resistências e possibilidades de diálogo, o impacto de discursos e ações de parlamentares religiosos brasileiros na tramitação de propostas concernentes ao aborto
Direitos ainda não reconhecidos
Direitos sexuais são menos reconhecidos juridicamente do que os direitos reprodutivos. O artigo Desafios e Importância do Reconhecimento Jurídico dos Direitos Sexuais frente aos Direitos Reprodutivos, da advogada Laura Davis Mattar discute tal descompasso.