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Homossexualidade, violência & justiça
| Coordenação: Sergio Carrara. O objetivo mais geral da investigação é contribuir para o conhecimento do padrão de vitimização, no caso de violência letal, de homossexuais brasileiros; perceber como os casos são apreciados por policiais, juízes, promotores, defensores, médico-legistas etc., estabelecendo as diferentes imagens da homossexualidade que emergem em seu discurso; compreender como tais imagens e representações sobre a homossexualidade estão conectadas às mantidas pela sociedade abrangente, especialmente às divulgadas pela imprensa diária que noticia tais crimes e fornecer subsídios para a reflexão sobre o modo pelo qual as diferentes hierarquias sociais (gênero, classe, raça, sexo) articulam-se e interagem no Brasil. |
Dados sobre comportamentos sexuais no Brasil
No Brasil, são raros os bancos de dados sobre comportamento sexual e sexualidade produzidos para serem disponibilizados e aqueles que o são, quando muito, permitem uma forma limitada de manuseio. Tanto em termos qualitativos quanto quantitativos, o material não está organizado, muitas das vezes tendo recebido apenas tratamento preliminar. O objetivo do documento é mapear os dados existentes (de modo a produzir uma organização mínima que possibilite fornecer alguma inteligibilidade ao conjunto), assim como produzir um diagnóstico sobre sua qualidade.
Jurisprudência e sexualidade no Brasil
O objetivo deste documento é analisar, de modo sistemático, as principais questões jurídicas referentes aos direitos relativos à sexualidade no Brasil, tomando por base os elementos mais importantes trazidos pelo documento estratégico “Direitos e políticas sexuais no Brasil”. Cuida-se de uma análise principiológica, buscando estruturar a discussão jurídica brasileira em torno dos direitos no país relacionados à sexualidade.
A sexualidade nas classificações psiquiátricas: um estudo sobre a medicalização da vida cotidiana
Coordenação: Jane Araújo Russo. A pesquisa visa a analisar a transformação verificada no campo psiquiátrico contemporâneo, com a paulatina hegemonia de uma interpretação biológica dos transtornos mentais. Essa transformação ocorreu nos anos 80, a partir da publicação da terceira versão do Diagnostic and Statistic Manual of Mental Disorders (DSM III) da American Psychiatric Association. É importante assinalar que a mudança na compreensão dos transtornos mentais – de uma visão psicológica para uma visão biológica – não é um fenômeno isolado, fazendo parte, na verdade, de uma espécie de “rebiologização” de temas e discussões antes circunscritos ao campo do embate político, como as diferenças de gênero ou de raça.
Construção social da pessoa: família, reprodução e ethos religioso no Brasil
Coordenação: Luiz Fernando Dias Duarte. Este projeto visa estudar e discutir a relação entre a construção social da pessoa, o entranhamento familiar e os valores e práticas que envolvem a reprodução humana na sociedade brasileira contemporânea. Um foco analítico e comparativo importante é o das diferenças de ethos religioso envolvido em cada estágio dos ciclos do desenvolvimento pessoal e doméstico. Estão aí tematizadas questões, tais como: as estratégias de formação ou manutenção das redes de aliança / filiação, o comportamento sexual e reprodutivo, o tipo e grau de adesão a determinadas opções religiosas, e – finalmente – as condições de interrelação dessas dimensões nas carreiras e trajetórias dos diferentes sujeitos sociais.
Homossexualidade, parentalidade e grupos homossexuais
Coordenação: Anna Paula Uziel. Com o avanço da epidemia de HIV/AIDS nos anos 90, surgiram, em diversos países do mundo, projetos para a legalização da parceria entre pessoas do mesmo sexo. O teor desses projetos continua sendo objeto de controvérsias.
Sexualidade no Plural – O direito à diferença
Por Maria Luiza Heilborn. Artigo publicado em Bocas no Mundo (revista da Articulação de Mulheres Brasileiras), nº 2.
Sexualidade no Plural – O direito à diferença
Por Maria Luiza Heilborn. Artigo publicado em Bocas no Mundo (revista da Articulação de Mulheres Brasileiras), nº 2.
Sexualidade no Plural – O direito à diferença
Por Maria Luiza Heilborn. Artigo publicado em Bocas no Mundo (revista da Articulação de Mulheres Brasileiras), nº 2.
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Por Maria Luiza Heilborn. Artigo publicado em Bocas no Mundo (revista da Articulação de Mulheres Brasileiras), nº 2.