CLAM – Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos

Notícias

Pais mais envolvidos
16 jan

Pais mais envolvidos

As mudanças sociais das últimas décadas têm impactado os papéis de gênero dentro das famílias. Visões machistas e discursos tradicionais sobre a paternidade convivem hoje com pontos de vista pro-equidade de gênero e homens mais dispostos a envolverem-se na criação e no cuidado de seus filhos, embora esta ainda seja tarefa atribuída a mulheres na maioria dos países. (Texto em espanhol)

Direitos LGBT no Brasil
16 jan

Direitos LGBT no Brasil

Estudo da pesquisadora do Pagu (Unicamp) Rosa Oliveira mapeia a atuação dos poderes Legislativo, Judiciário e Executivo em relação à população LGBT. O cenário político configura-se tensionado: iniciativas de promoção de direitos, sobretudo no âmbito da Justiça, coexistem com ações que buscam suspendê-los e interditá-los, em especial na esfera do Congresso e do Governo Federal.

Retrocesso francês
18 dez

Retrocesso francês

Lei aprovada na Assembleia francesa criminaliza o cliente da prostituição. Medida, justificada pelo governo socialista como uma forma de enfrentar uma modalidade de escravização da mulher, é apontada por ativistas como perigosa para as profissionais do sexo em termos de saúde e segurança. A questão migratória europeia integra o pano de fundo na iniciativa.

Marca do colonialismo
18 dez

Marca do colonialismo

Suprema Corte da Índia restabelece lei que criminaliza a homossexualidade ao revogar decisão do Tribunal Superior de Nova Deli, que em 2009 anulou artigo do Código Penal indiano da era colonial que proíbe relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo. Neste texto, pesquisadores e ativistas discutem por que a decisão do órgão máximo da Justiça significa uma perda para todo o mundo.

Gênero e tecnologia da informação
12 dez

Gênero e tecnologia da informação

O novo número de GendeIT, disponível em inglês e espanhol, analisa a edição 2013 do Relatório Global da Sociedade da Informação (GIS Watch, na sigla em inglês) sobre direitos das mulheres, gênero e tecnologias da informação e das comunicações (TICs) em 46 países. (Texto em espanhol)

A persistência da violência sexual
12 dez

A persistência da violência sexual

Na Colômbia, o repúdio causado por declarações que responsabilizaram uma jovem de ter provocado seu próprio estupro parece indicar uma mudança nas percepções acerca da violência sexual. O caso, no entanto, parece ser a exceção frente a um panorama de banalização da violência, desigualdade e vulnerabilidade das mulheres. (Texto em espanhol)

A criminalização da Aids
12 dez

A criminalização da Aids

Outrora reconhecido mundialmente por sua resposta á epidemia da Aids, o Brasil convive atualmente com obstáculos crescentes no que diz respeito ao combate à doença, como a criminalização de pessoas soropositivas em razão da acusação de transmissão do vírus HIV durante suas relações sexuais.

É preciso democratizar o espaço público
05 dez

É preciso democratizar o espaço público

A incidência desigual da violência urbana restringe a mobilidade das mulheres no espaço público e limita sua autonomia e a possibilidade de participação. Para a pesquisadora chilena Olga Segovia, é necessário acabar com a privatização do espaço público e formular políticas públicas que promovam sua regulação social, no lugar de sua restrição. (Texto em espanhol)

Um olhar sociológico sobre a sexologia
04 dez

Um olhar sociológico sobre a sexologia

Autora de Regulated Passions: the invention of inhibited sexual desire and sex addiction, texto traduzido ao português na edição atual de Sexualidad, Salud e Sociedad, a socióloga Janice Irvine fala do que mudou e o que permaneceu em relação às políticas sexuais e a profissionalização no campo da sexologia desde a publicação de seu livro Disorders Of Desire na década de 1990.

Revista Sexualidade, Saúde e Sociedade
04 dez

Revista Sexualidade, Saúde e Sociedade

A revista traz dois artigos que expõem cuidadosas análises críticas de noções polêmicas que, em nossa região, vêm sendo acionadas nos debates contemporâneos relativos ao abuso sexual contra crianças e adolescentes e à legalização do aborto. Outro destaque dos artigos desta edição é o desafio analítico de trabalhar com o que vem sendo convencionalmente designado de enfoque interseccional.