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Trânsitos (2013)
O livro problematiza debates e desconstrói megaconceitos – entre os quais tráfico de seres humanos e prostituição – revelando-nos com sensibilidade como suas protagonistas ressignificam seu capital social e os estereótipos de brasilidade em contextos específicos, em prol de seus sonhos e estratégias familiares.
Devir Puta (2013)
Neste livro, José Miguel segue com honestidade intelectual a trajetória de quatro lideranças da prostituição exercidas por mulheres, desde suas juventudes e acompanhando suas inserções na prostituição de rua no centro de Porto Alegre.
Notas sobre o substitutivo ao PL 122
O juiz federal Roger Raupp Rios examina – a partir do panorama do direito antidiscriminatório brasileiro e de marcos normativos importantes – aspectos gerais e pontuais do substitutivo ao Projeto de Lei nº 122, legislação que visa o combate à discriminação, ao ódio e à intolerância no Brasil.
Um olhar sobre a prostituição de rua
O livro Devir Puta (CLAM/EdUERJ) é valioso pelo cuidado e respeito com que o autor retrata suas informantes prostitutas. José Miguel Nieto Olivar as constrói como pessoas reais, complexas – nem vítimas e nem vitimizadoras, mas sim como seres e corpos sujeitos a violências e estigmas reais, escapando da fantasia sedutora de retratá-las como o outro abjeto.
Questão de autonomia
No livro Trânsitos: Brasileiras nos mercados transnacionais do sexo, CLAM/EdUerj), a antropóloga Adriana Piscitelli (Pagu/Unicamp) destaca a autonomia feminina como elemento-chave para se entender a inserção e os deslocamentos de mulheres brasileiras nos mercados internacionais do sexo, experiência que ser compreendida sem ser vinculada ao tráfico de pessoas.
Notas sobre o substitutivo ao PL 122
O juiz federal Roger Raupp Rios examina – a partir do panorama do direito antidiscriminatório brasileiro e de marcos normativos importantes – aspectos gerais e pontuais do substitutivo ao Projeto de Lei nº 122, legislação que visa o combate à discriminação, ao ódio e à intolerância no Brasil.
Um olhar sobre a prostituição de rua
O livro Devir Puta (CLAM/EdUERJ) é valioso pelo cuidado e respeito com que o autor retrata suas informantes prostitutas. José Miguel Nieto Olivar as constrói como pessoas reais, complexas – nem vítimas e nem vitimizadoras, mas sim como seres e corpos sujeitos a violências e estigmas reais, escapando da fantasia sedutora de retratá-las como o outro abjeto.
Questão de autonomia
No livro Trânsitos: Brasileiras nos mercados transnacionais do sexo, CLAM/EdUerj), a antropóloga Adriana Piscitelli (Pagu/Unicamp) destaca a autonomia feminina como elemento-chave para se entender a inserção e os deslocamentos de mulheres brasileiras nos mercados internacionais do sexo, experiência que ser compreendida sem ser vinculada ao tráfico de pessoas.
Prostituição criminalizada
A perspectiva abolicionista adotada pela Argentina considera as pessoas que exercem a prostituição como vítimas da violência e do tráfico de pessoas. Eugenia Aravena, secretária-executiva da organização AMMAR Córdoba, explica que, ao tornar a atividade um ofício clandestino, este marco legal criminaliza as pessoas que a exercem e facilita uma maior exploração.(Texto em espanhol)
Direitos humanos como princípio à prevenção em saúde
“Para populações mais vulneráveis, o primeiro passo é a afirmação da cidadania, afinal, séculos de tradição e práticas sexistas, machistas, homofóbicas e racistas produziram consequências indeléveis à autoestima e autoaceitação de LGBT, negros/as, pobres, mulheres e, particularmente, as prostitutas”, afirma em nota o Grupo de Trabalho em Gênero e Saúde da Abrasco.