Notícias
Acha, Omar
Historiador y ensayista. Doctorado en la Universidad de Buen Aires y en la École des Hautes Études en Sciences Sociales, e investigador del CONICET y del Centro de Investigaciones Filosóficas (CIF). Ejerce la docencia en el Departamento de Filosofía de la Facultad de Filosofía y Letras de la UBA. Ha publicado los libros El sexo de la historia (2000)…
Petracci, Mónica
Investigadora. Doctora en Ciencias Sociales (Universidad
de Buenos Aires). Investigadora del Instituto Gino Germani
(UBA) e Investigadora externa del Centro de Estudios de
Estado y Sociedad. Desde 2010, Subsecretaria de
Investigación de la Facultad de Ciencias Sociales (UBA).
Viveros Vigoya, Mara
De nacionalidad colombiana, se desempeña actualmente como Profesora en el
Departamento de Antropología y en la Escuela de Estudios de Género de la
Universidad Nacional de Colombia, con sede en Bogotá. Posee un Doctorado
en Ciencias Sociales de la École des Hautes Études en Sciences Sociales, un
magíster en Estudios de las Sociedades Latinoamericanas del Instituto de
Altos Estudios de América
O inferno não são os outros
Pesquisa da antropóloga Hilda Maria Gaspar Pereira aponta que a articulação entre mídia e políticas imigratórias na Itália tem manipulado o panorama da violência de gênero como pretexto para medidas xenófobas. Dessa maneira, a violência doméstica, que cresce a cada ano e é perpetrada majoritariamente por italianos, tem sido escondida em um país com forte tradição patriarcal.
Fracasso no Uruguai
A sociedade uruguaia respaldou os direitos das mulheres ao não aderir ao chamado de referendo para revogar a lei que descriminaliza o aborto. Lucy Garrido, integrante do Cotidiano Mujer, fala ao CLAM sobre os bastidores das mobilizações a favor e contra a lei. Para ela, derrota oposicionista “reafirma a sociedade laica”. (Texto em espanhol)
As marcas da violência
A violência sexual como forma de tortura foi una prática sistemática e generalizada do terrorismo de estado nas ditaduras do Cone Sul. Avançar no reconhecimento destes crimes cometidos contra mulheres devido a sua militância, vínculos pessoais e familiares segue sendo um desafio.(Texto em espanhol)
Fracasso no Brasil
Uma das reivindicações mais presentes nos protestos brasileiros nas últimas semanas foi a derrubada do projeto de “cura gay”, que deixou de ser pauta apenas do movimento LGBT para se transformar numa demanda nacional. Como resultado, projeto foi arquivado pela Câmara dos Deputados. “A esfera estatal não deve desfavorecer cidadãos, por uma motivação discriminatória”, avalia o juiz Roger Raupp.
País sem creches
Segundo dados oficiais, apenas 23,5% das crianças com até 3 anos frequentam creches no Brasil. Uma realidade que contrasta com a ênfase do governo brasileiro em políticas e alianças eleitorais centradas na dimensão materno-infantil. Para pesquisadora Fúlvia Rosemberg, a carência de uma rede de creches espelha desigualdades de idade e de gênero.
Abia repudia postura do Ministério da Saúde
A Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids (Abia) enviou petição às ministras da Secretaria de Direitos Humanos e da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República solicitando que ambas se posicionem, a partir de suas pastas, e retomem a proposta de veiculação da campanha dirigida às prostitutas, recentemente vetada pelo Ministério da Saúde.
As maiores vítimas
Na Colômbia, como em outros países da região, a exposição das pessoas trans a agressões e à impunidade destes crimes, em muitos casos perpetrados por agentes do estado, revelam não só uma brecha na igualdade jurídica das pessoas LGBT, mas também uma sutil reacomodação das violências frente os avanços normativos. (Texto em espanhol)