Notícias
Aborto ilegal, uma forma de feminicídio?
O que pensar quando um médico infringe o seu código de ética e a lei que estabelece que toda mulher em processo de abortamento deve ser atendida com respeito e humanidade? Essa postura, que leva mulheres a morrer apenas por serem mulheres, não significaria uma prática deliberada de extermínio daquelas que ousaram contestar seu destino de mulher? Artigo de José Gomes Temporão (foto) e Lena Lavinas.
Aborto ilegal, uma forma de feminicídio?
O que pensar quando um médico infringe o seu código de ética e a lei que estabelece que toda mulher em processo de abortamento deve ser atendida com respeito e humanidade? Essa postura, que leva mulheres a morrer apenas por serem mulheres, não significaria uma prática deliberada de extermínio daquelas que ousaram contestar seu destino de mulher? Artigo de José Gomes Temporão (foto) e Lena Lavinas.
Aborto ilegal, uma forma de feminicídio?
O que pensar quando um médico infringe o seu código de ética e a lei que estabelece que toda mulher em processo de abortamento deve ser atendida com respeito e humanidade? Essa postura, que leva mulheres a morrer apenas por serem mulheres, não significaria uma prática deliberada de extermínio daquelas que ousaram contestar seu destino de mulher? Artigo de José Gomes Temporão (foto) e Lena Lavinas.
Estado civil
A lei de União Civil aprovada pelo Congresso chileno no início do ano abre um novo capítulo no reconhecimento de direitos a casais homossexuais e heterossexuais. O novo estado civil os reconhece como família aos olhos do Estado.(Texto em espanhol)
Um crime com nome
Nova lei que tipifica penalmente o feminicídio no Brasil divide opiniões: enquanto uns defendem que fenômenos específicos precisam de respostas específicas, outros argumentam que leis penais não são eficazes para evitar a ocorrência das condutas por elas criminalizadas, ou mesmo na busca por justiça.
CLAM seleciona bolsista
O CLAM está selecionando estudantes matriculados/as até o 5° período dos cursos de Comunicação Social, Ciências Sociais, Serviço Social, Psicologia, Filosofia, História, Letras, Geografia, Administração, Educação ou Direito para estágio. Inscrições até 24/03/2015. Saiba mais.
Os riscos da criminalização
Notícias recentes sobre barebacking reacenderam o clamor penal relativo à transmissão de HIV no Brasil, em um movimento contrário ao que uma série de recomendações e estudos indicam como adequados para lidar tanto com a prevenção da epidemia quanto com outros temas ligados aos direitos sexuais e reprodutivos – como prostituição e aborto. Leia entrevista com Sonia Correa (ABIA) sobre o tema.
In/visibilidades
A partir da instituição do 07 de março como Dia da Visibilidade Lésbica na Argentina, María Luisa Peralta discute o apagamento da identidade masculina de Pepa Gaitán, lésbica cordobesa assassinada em 2010, em relação à representação lésbica e trans nas políticas identitárias. (Texto em espanhol)
Conjuntura favorável?
Relatório analisa o impacto da violência sociopolítica na Colômbia em mulheres indígenas e afrocolombianas, aborda os cruzamentos com a violência sexual e faz um balanço do que tem significado os diálogos de paz entre o governo e as FARC para os direitos das mulheres. (Texto em espanhol)
O 8 de março é só para mulheres cis?
Devemos continuar comemorando o 8 de março apenas como o dia internacional das (cis) mulheres, como definido pela ONU há quarenta anos? Não seria, talvez, o caso de re-inventar essa data como momento para dar visibilidade a todas as formas de desigualdade, exclusão e violência que decorrem do gênero como materialização de masculinidades e feminilidades culturalmente construídas?