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Hacia uma agenda sobre Sexualidad y Derechos Humanos em Colômbia
O seminário Hacia uma agenda sobre Sexualidad y Derechos Humanos em Colômbia ocorreu entre os dias 18 e 20 de março de 2004 e teve como objetivos discutir a investigação, a intervenção e as políticas públicas em relação à sexualidade.
Notas sobre la situación del aborto en la región
Roxana Vásquez Sotelo. No hay duda que uno de los temas que más controversia genera en la región de América Latina es el de la libertad o autonomía de las mujeres para decidir sobre gestaciones no deseadas.
Direitos sexuais de gays, lésbicas e transgêneros no contexto latino-americano
Por Roger Raupp Rios. Um exame da situação dos direitos de gays, lésbicas e transgêneros (designados neste trabalho como “direitos sexuais GLBT”) na América Latina pode ser realizado a partir de múltiplas perspectivas.
O estigma das feministas
Artigo de Bila Sorj, professora titular de Sociologia da UFRJ, valoriza a contribuição do feminismo como movimento que “promoveu uma formidável mudança de comportamentos orientada para a promoção de mais liberdade e igualdade entre os sexos, sem aspirar à tomada do poder, sem utilizar a força e sem derramar uma gota de sangue.”
Eu me cuido, mona – saúde, gênero e corporalidade entre travestis que se prostituem
A cientista social Larissa Pelucio apresentou o paper “Eu me cuido, mona – saúde, gênero e corporalidade entre travestis que se prostituem”, no Seminário Homofobia, Identidades e Cidadania LGBTTT, realizado em Florianópolis.
Trajetórias afetivas e sexuais de mulheres: uma comparação geracional
Em palestra no CLAM, no Instituto de Medicina Social, realizada no dia 28 de agosto, a antropóloga Andréa Moraes Alves (UFRJ), apresentou os resultados iniciais de sua pesquisa de pós-doutorado: “Trajetórias afetivas e sexuais de mulheres: uma comparação geracional”.
SUS: uma bandeira feminista
Neste artigo, a médica e ex-parlamentar Jandira Feghali afirma que “a defesa do Sistema único de Saúde não pode ser uma luta apenas dos profissionais de saúde ou dos conselhos de saúde. E também não basta às mulheres levantar as bandeiras. É necessário integrar forças, fazer parcerias e alianças. Ou seja, torna-se necessário que o movimento feminista assuma que o SUS, seu financiamento e sua gestão ética e comprometida são problemas essenciais para as mulheres”.
Sexualidade no Plural – O direito à diferença
Por Maria Luiza Heilborn. Artigo publicado em Bocas no Mundo (revista da Articulação de Mulheres Brasileiras), nº 2.
Violação de direitos
Roberto Arriada Lorea. Ao anunciar a edição de norma administrativa que dispensa a mulher, cuja gravidez resultou de estupro, de procedimento burocrático junto à delegacia de polícia, para que possa a mesma se submeter a um aborto seguro, o Ministério da Saúde estará apenas revogando uma exigência, igualmente administrativa, imposta desde 1998 às vítimas de estupro, sem que para esse procedimento burocrático houvesse previsão legal ou decisão judicial autorizadora.
No en mi nombre
Lucy Garrido. Siento mucho que a los católicos se les haya muerto el Papa. Pero yo no soy católica y el Uruguay no es católico. Este es un Estado laico.
Entendería que el Ministerio de Relaciones Exteriores enviara una carta con las debidas condolencias al Vaticano, entendería que el Presidente llamase por teléfono o enviara un telegrama con las fórmulas, muy sentidas, del caso.