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Debate Fazendo Gênero, os novos papéis do Homem e da Mulher no Século XXI
Debate “Fazendo Gênero, os novos papéis do Homem e da Mulher no Século XXI “. Na livraria Leonardo da Vinci, quarta-feira dia 26 de março às 18:30, com entrada franca.
Desafios feministas
Por ocasião do Dia Internacional da Mulher, o CLAM ouviu feministas de seis países da região – Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru – sobre aborto, laicidade do Estado e a participação feminina no mercado de trabalho e em cargos de poder.
Defendendo conquistas
Na ocasião do 8 de março – Dia Internacional da Mulher, a cientista política Telia Negrão, secretária-executiva da Rede Nacional Feminista de Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos, discute o panorama dos direitos da mulher no Brasil. Constata avanços, mas também muitos impasses, destacando o esforço do movimento feminista brasileiro para reagir às desigualdades de gênero. “Em todas as esferas da vida, as mulheres estão em situação de desigualdade frente aos homens. Então nossa postura tem sido defender as conquistas para impedir retrocessos”, avalia ela na entrevista a seguir.
Por el Poder, la Dignidad, La Autonomía y la Libertad de las Mujeres.
Diversas organizaciones de mujeres y feministas convocan a la conmemoración del 8 de marzo, Día Internacional de la Mujer, a realizarse en la Plaza Italia y en el Parque Forestal.
Por el Poder, la Dignidad, La Autonomía y la Libertad de las Mujeres.
Diversas organizaciones de mujeres y feministas convocan a la conmemoración del 8 de marzo, Día Internacional de la Mujer, a realizarse en la Plaza Italia y en el Parque Forestal.
Por el Poder, la Dignidad, La Autonomía y la Libertad de las Mujeres.
Diversas organizaciones de mujeres y feministas convocan a la conmemoración del 8 de marzo, Día Internacional de la Mujer, a realizarse en la Plaza Italia y en el Parque Forestal.
Um desafio para o Estado Laico
A antropóloga Débora Diniz (UnB) assinala em artigo, escrito com a historiadora Fabiana Paranhos, que o debate em torno do início da vida para a liberação das pesquisas com células-tronco embrionárias é uma discussão que o STF não precisa enfrentar.
Um desafio para o Estado Laico
A antropóloga Débora Diniz (UnB) assinala em artigo, escrito com a historiadora Fabiana Paranhos, que o debate em torno do início da vida para a liberação das pesquisas com células-tronco embrionárias é uma discussão que o STF não precisa enfrentar.
Votação adiada
A ação que dirá se a pesquisa com células-tronco embrionárias é ou não constitucional ficará fora da pauta de votação do STF por até 30 dias, e só então poderá ser apreciada novamente. De acordo com pesquisa Ibope, 95% dos brasileiros são a favor de tais estudos.
Aparente homogeneidade
A antropóloga Edlaine Gomes (Cebrap) analisa, no artigo Notas sobre aborto e reações político-religiosas: resistências e possibilidades de diálogo, o impacto de discursos e ações de parlamentares religiosos brasileiros na tramitação de propostas concernentes ao aborto