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A cura da Aids
É necessário combater o estigma e a discriminação que mantém as populações vulneráveis longe dos serviços e apoios e construir uma resposta ao HIV e à AIDS com base no confronto às desigualdades estruturais. É preciso resgatar os princípios do direito e da inclusão, da solidariedade e da mobilização política. Artigo de Richard Parker, diretor da ABIA e professor da Columbia University.
Machistas fora da lista
As eleições passadas da Bolívia foram marcadas pelo debate sobre violência de gênero. Campanha surgida nas redes sociais protestou contra práticas sexistas de candidatos e conseguiu a renúncia de um deles. Machistas fora da lista promete continuar posicionando os direitos das mulheres no debate eleitoral.(Texto em espanhol)
Matizes da desigualdade
Pesquisas recentes mostram que, apesar de alguns avanços, a situação das mulheres brasileiras ainda é marcada por disparidades em diversos domínios da vida, como mercado de trabalho e educação. Desigualdades que se tornam ainda mais evidentes quando cruzadas com outros marcadores sociais como raça/cor e região. Assim, ser preta e moradora de regiões periféricas tem um peso maior.
Seminário Gênero, Trabalho e Família: Conciliação, Políticas e Percepções
O Núcleo de Estudos sobre Desigualdades Contemporâneas e Relações de Gênero (NUDERG) promove o Seminário Gênero, Trabalho e Família: Conciliação, Políticas e Percepções entre os dias 1º e 3 de dezembro, no 11º andar, Bloco F, Auditório 111, UERJ.
Muito antes da globalização
As Paradas LGBT e a reivindicação da diversidade sexual na Amazônia não devem ser entendidas como produto da Modernidade ocidental. Múltiplas expressões já existiam lá antes da chegada dos direitos LGBT, aponta pesquisadora.
Violência extrema contra as mulheres
A tipificação penal do femicídio no Chile não apenas tem sido ineficaz na abordagem desta forma letal de violência como também tem contribuído para encobrir as lógicas de sua ocorrência. Pesquisa revela que os femicídios aumentaram em pelo menos 7% nos últimos dez anos.(Texto em espanhol)
É normal ou transtorno sexual?
Este foi um dos temas do ciclo de debates promovido em novembro pela organização AfroReggae. Dirigidos a alunos da rede pública de educação, os debates abordaram temáticas como diversidade sexual, liberdade de escolha e disfunções e transtornos sexuais, e contaram com a participação de pesquisadores do CLAM.
Seminário Gêneros e Sexualidades: limites e fronteiras
O CLAM, em parceria com o NuSEX, o NEsCom e o Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social do Museu Nacional (UFRJ), promove o Seminário Gêneros e Sexualidades: limites e fronteiras, nos dias 27 e 28 de novembro, no Auditório do Horto Botânico, Av. General Herculano Gomes, s/n, Quinta da Boa Vista, São Cristóvão, Rio de Janeiro.
Última semana de inscrições para o EGeS
As inscrições para a 3ª edição do Curso de Especialização em Gênero e Sexualidade (EGeS) estão abertas até o dia 28 de novembro. São oferecidas 120 vagas, tendo como público-alvo graduados nas áreas de educação, saúde e ciências humanas e sociais de todo o país. O curso inicia-se em março de 2015 e terá duração de 12 meses. Confira o edital.
Outra faceta do femicídio
Os altos índices de aborto inseguro no Brasil impõem um desafio à presidente reeleita Dilma Rousseff. É hora de os governos latino-americanos tratarem a questão como um problema de saúde pública e reconhecerem que as mortes decorrentes da ilegalidade da prática constituem uma forma de femicídio.