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Direitos incompletos
No Brasil, uma política de saúde concebida no marco dos direitos humanos possibilitou a redução consistente nas taxas de mortalidade infantil. Entretanto, a alta mortalidade materna denuncia importantes desafios estruturais e políticos.
Novos avanços no processo de revisão da CID
O Gate (Global Action for Trans Equality) e a Campanha Internacional pela Despatologização das Identidades Trans (STP) destacam que a Organização Mundial da Saúde publicou na internet sua proposta sobre saúde trans no rascunho da 11ª versão do manual de Classificação Internacional de Doenças (CID). (Texto em espanhol)
Desnaturalizar a violência
Registrar o assédio sexual em espaços públicos como uma forma de elogio é um modo de encobrir a subordinação de gênero. Para Elizabeth Vallejo, diretora do Observatorio Ciudadano de Acoso Sexual Callejero do Peru, os meios de comunicação contribuem para a banalização da violência simbólica contra as mulheres. (Texto em espanhol)
Sexualidade e Geopolítica
O Observatório de Sexualidade e Política (SPW) lançou dois volumes em formato e-book que discutem criticamente as relações entre sexualidade e geopolítica. As obras são frutos de encontros regionais promovidos na Ásia, África e América Latina com ativistas e pesquisadores no campo dos direitos humanos.
Sexualidade, Saúde e Sociedade 17
Os artigos e resenhas deste novo número de Sexualidade, Saúde e Sociedade – Revista Latino-Americana abordam as lutas pelos sentidos de termos que, por seu potencial ético e político, são cruciais para o campo dos estudos de gênero e sexualidade: família, vida, sexo, transexualidade, direitos humanos, homoparentalidade.
Violência sexual e conflito armado
Considerado um dano colateral ou um fenômeno isolado, a insidiosa articulação da violência sexual com o conflito armado é uma questão pendente para o estado colombiano. Suas vítimas são estigmatizadas e a Justiça lhe concede escassa importância, configurando uma situação de grave impunidade, assinala Adriana Benjumea, diretora da organização Corporación Humanas.(Texto em espanhol)
Lei Maria da Penha: avanços e lacunas
Marco no enfrentamento à violência contra a mulher, a Lei Maria da Penha completa oito anos, mas sua aplicação nem sempre é garantida pela Justiça e os serviços de proteção e acolhimento ainda são escassos. A Lei, por si só, parece não dar conta da complexidade da violência de gênero, que requer ações mais amplas, sobretudo educativas.
Limites da prevenção
A OMS passou a recomendar que todos os “homens que fazem sexo com homens” tomem antirretrovirais. Uma iniciativa aparentemente eficaz no papel, “mas até que ponto sensível à autonomia dos indivíduos e às vulnerabilidades sociais e legais de populações mais afetadas pela epidemia?”, questiona o médico Juan Carlos Raxach (ABIA).
Ficha de inscrição – I Prêmio UERJ de Produção Textual em Gênero, Sexualidade e Direitos Humanos
Ficha de inscrição – I Prêmio UERJ de Produção Textual em Gênero, Sexualidade e Direitos Humanos.
Pesquisa global sobre ONGs que atuam com jovens LGBT e estudantes
A pesquisa, apoiada pela Teachers College (Columbia University), tem como objetivo coletar informações sobre as atividades, capacidades e necessidades das ONGs, para conhecer as melhores práticas, mapear os recursos e avaliar as necessidades em diversas regiões do mundo.