Notícias
SUS: uma bandeira feminista
Neste artigo, a médica e ex-parlamentar Jandira Feghali afirma que “a defesa do Sistema único de Saúde não pode ser uma luta apenas dos profissionais de saúde ou dos conselhos de saúde. E também não basta às mulheres levantar as bandeiras. É necessário integrar forças, fazer parcerias e alianças. Ou seja, torna-se necessário que o movimento feminista assuma que o SUS, seu financiamento e sua gestão ética e comprometida são problemas essenciais para as mulheres”.
As feministas e o plebiscito
O CLAM publica o terceiro artigo da série Ciência e Religião na Mídia. O texto traz uma reflexão sobre os argumentos que estão em jogo no debate sobre a proposta de plebiscito levantada recentemente no Brasil pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão.
Planejamento Familiar: eterno desafio
Em entrevista ao programa Roda Viva, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, tratou, além de aborto, do tema do planejamento familiar fora de uma perspectiva “controlista”. O assunto é discutido neste artigo de Angela Freitas.
Direitos sexuais: uma nova política de reconhecimento
Palestra proferida no CLAM por Greg Mullins, dia 5 de setembro de 2005.
Direitos sexuais de gays, lésbicas e transgêneros no contexto latino-americano
Por Roger Raupp Rios. Um exame da situação dos direitos de gays, lésbicas e transgêneros (designados neste trabalho como “direitos sexuais GLBT”) na América Latina pode ser realizado a partir de múltiplas perspectivas.
Casamento gay
Por Samantha Buglione. Talvez a união homossexual incomode tanto porque nos obriga a pensar o que é família e casamento. E obriga a descortinar a hipocrisia que sustenta parte das nossas instituições.
Só os viris e discretos serão amados?
Sérgio Carrara. Paradas do orgulho de lésbicas, gays, transgêneros e bissexuais se multiplicam pelo país e começam a merecer a devida atenção dos institutos de pesquisa. Na última parada paulistana, o Datafolha investigou manifestantes e opiniões através de um “survey”. Começa a ser também divulgada pesquisa conduzida em 2004, na parada carioca, pelo Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos (da Universidade Estadual do Rio de Janeiro), Grupo Arco-Íris e Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (Universidade Candido Mendes).
Galileu, células-tronco e as tecnologias reprodutivas: as “heresias” da Ciência segundo a Igreja.
O CLAM publica o artigo “Galileu, células-tronco e as tecnologias reprodutivas: as “heresias” da Ciência segundo a Igreja”. O texto faz parte da série promovida pelo Observatório de Sexualidade e Política (Sexuality Policy Watch).
O ultra-som de uma ‘tragédia nacional’. Resultado: a gravidez precoce não é o drama que se noticia
Por Maria Luiza Heilborn. Existe um consenso entre profissionais de diversas formações – médicos, psicólogos, jornalistas, líderes religiosos e políticos – de que a gravidez na adolescência é um mal de grandes proporções. Segundo esse pensamento, seria irresponsabilidade “permitir” que adolescentes se envolvam com a maternidade tão cedo. No entanto, ao contrário do que prega a opinião pública, nem há um quadro de caos e desordem nem tampouco a gravidez na adolescência é uma grande tragédia nacional. A pesquisa Gravidez na adolescência: estudo multicêntrico sobre jovens, sexualidade e reprodução no Brasil (Gravad), realizada pelas universidades do Estado do Rio de Janeiro, Federal do Rio Grande do Sul e Federal da Bahia entrevistou 4.634 jovens de ambos os sexos, entre 18 e 24 anos, numa pesquisa domiciliar realizada nas três capitais destes Estados.
O ultra-som de uma ‘tragédia nacional’. Resultado: a gravidez precoce não é o drama que se noticia
Por Maria Luiza Heilborn. Existe um consenso entre profissionais de diversas formações – médicos, psicólogos, jornalistas, líderes religiosos e políticos – de que a gravidez na adolescência é um mal de grandes proporções. Segundo esse pensamento, seria irresponsabilidade “permitir” que adolescentes se envolvam com a maternidade tão cedo. No entanto, ao contrário do que prega a opinião pública, nem há um quadro de caos e desordem nem tampouco a gravidez na adolescência é uma grande tragédia nacional. A pesquisa Gravidez na adolescência: estudo multicêntrico sobre jovens, sexualidade e reprodução no Brasil (Gravad), realizada pelas universidades do Estado do Rio de Janeiro, Federal do Rio Grande do Sul e Federal da Bahia entrevistou 4.634 jovens de ambos os sexos, entre 18 e 24 anos, numa pesquisa domiciliar realizada nas três capitais destes Estados.